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domingo, 8 de outubro de 2017

Lançamento! Movie Activities for English Classes

Saiu do forno!

Meu primeiro E-book, Movie Activities for English Classes, acaba de ser lançado pela editora Zannah!

É uma obra para professores de inglês tornarem suas aulas ainda mais dinâmicas e divertidas, por meio de atividades com trechos de filmes.
Trata-se de um material completo, para que os alunos possam aprender ou aperfeiçoar o idioma treinando compreensão auditiva, gramática, vocabulário, conversação e escrita.
O livro é organizado em três níveis principais: básico, intermediário ou avançado e é pronto para usar! Basta imprimir as páginas e aplicar as atividades em sala de aula!
Cada atividade é um plano de aula completo para durar de 45 a 60 minutos, contendo exercícios de warm-up, pre-viewing, while-viewing e post-viewing, bem como atividades extras sugeridas.
Além de filmes, há também uma seção baseada em séries, totalizando 30 atividades (ou 30 planos de aula)! Todas com respostas.

Torne suas aulas ainda mais interessantes e motivadoras!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Resenha - Inglês para professor

Fonte: http://blogdisal.com.br/resenha-ingles-para-professor-vanessa-prata/

Após uns meses sem conseguir contribuir para o blog da Disal (tenho a desculpa de estar na fase de qualificação do mestrado rs…), estou de volta! E escolhi como tema comentar o livro Inglês para Professor, de Higor Cavalcante, pois tem um motivo especial para mim.
Conheci o Higor ainda na adolescência (só uns aninhos atrás, não é, Higor?), quando nós dois éramos alunos de uma escola de inglês. O detalhe é que não era na mesma unidade, e só nos conhecemos inicialmente como pen pals, numa época pré-email, Facebook e WhatsApp, por meio do jornalzinho que circulava entre as unidades dessa franquia. Morávamos longe um do outro também e, até então, não tínhamos amigos em comum. Ou seja, tinha tudo para não dar em nada. Mas eis que no final da adolescência éramos praticamente best friends e, ao longo de nossas carreiras, sempre fomos nos cruzando, apesar de nunca trabalharmos juntos na mesma escola ao mesmo tempo. Ainda hoje mantemos contato, embora bem menos do que gostaria. Nem conheci a filhinha dele ainda… precisamos mudar isso!
Enfim, depois de todo esse preâmbulo, vamos à pauta: seu primeiro livro, Inglês para Professor, editado pela Disal. Como o subtítulo já explica, o livro aborda vocabulário, gramática e pronúncia para professores (brasileiros) de inglês. Mas um livro de inglês para professor, como assim? O prefácio de Luiz Otávio Barros explica: há um abismo entre saber que e saber como, ou seja, muitos professores conhecem as regras, mas não sabem utilizá-las na prática. Por outro lado, há profissionais com bom domínio do idioma, mas conhecimentos limitados de suas principais regras e exceções.
Certamente todo professor, mesmo os que sabem as regras e como usá-las, aprenderão algo a partir do livro também. Só nas primeiras páginas, por exemplo, já aprendi palavras novas como mottled, bumpy, chuffed,stifling, que podemos usar só sit an exam ou sit for an exam (Australian English), que a redução de uma palavra mais longa, como acontece com fridge (de refrigerator), chama-se clipping, e muitas outras coisas.
O livro é escrito em linguagem informal e fácil de ler, com exemplos de todos os pontos abordados e algumas seções com foco nas dúvidas mais comuns de professores brasileiros de inglês. Mas claro que o material pode ser útil para alunos de inglês também, notadamente os de nível avançado. Vem ainda com um CD, com a gravação de todas as frases de exemplo do capítulo de pronúncia, e exercícios de cada tema abordado (que eu ainda não fiz, mas farei pós-qualificação. Professor também enrola para fazer homework…).
Evidentemente, um livro que aborda três macroáreas não pode aprofundar nenhuma delas, mas isso não chega a ser um defeito. O objetivo do material é focar nas principais dificuldades de professores de inglês, e não ser uma obra de referência de vocabulário, gramática ou pronúncia. Cumpre bem essa função e complementa outros materiais que os professores precisamos conhecer, consultar sempre e, claro, aplicar em sala de aula.

sábado, 24 de agosto de 2013

Site Inglês Gourmet

Quer aprender mais sobre comidas, ingredientes, modos de preparo e outros temas relacionados aos alimentos em inglês? Acesse o site inglesgourmet.com.
Confira algumas curiosidades sobre Panquecas, extraídas do E-book Inglês Gourmet - American Breakfast - Tudo sobre o café da manhã americano, disponível no site.

PANCAKES
As pancakes, também chamadas de hotcakes, griddlecakes e flapjacks, são feitas com uma massa (batter) parecida com a de bolo e são cozidas em uma chapa (griddle) ou frigideira (frying pan).
As pancakes podem ser tradicionais, ou com frutas como blueberries e strawberries. Uma receita muito
popular e que vocês verão em muitos cardápios de restaurantes é de Buttermilk Pancakes.
Quem for comer pancakes em restaurantes também poderá se deparar com as seguintes expressões:
•Short Stack: quer dizer 2 pancakes empilhadas
•Tall stack ou full stack: 3 a 4 pancakes empilhadas
•Silver dollar pancake: é uma pancake menor, que tem entre 5 e 7cm de diâmetro. O modo de preparo é o
mesmo, mas como são menores, a porção geralmente varia de 5 a 10 silver dollar pancakes.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Blog Fale Tudo em Inglês

Quer aprender mais sobre phrasal verbs, slang, inglês para viagens, expressões idiomáticas e muito mais? Acesso o blog www.faletudoemingles.com.br, de José Roberto Igreja, responsável pelo site www.dialectoenglish.com.br e autor de diversos livros como Fale Tudo em Inglês, How do you say... in English? e English for Job Interviews, entre outros.
Confira todos os livros.
Confira ainda a entrevista que José Roberto já concedeu a este blog.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Curso de tradução

Fonte: Publishnews

O Espaço Revista Cult (Rua Inácio Pereira da Rocha, 400, Pinheiros, SP) promoverá entre os dias 1º/08 e 26/09 o curso “Tradução: teoria e prática”. As aulas serão conduzidas por Cide Piquet, editor da Editora 34, tradutor e poeta, das 20h às 22h. Em três aulas expositivas e cinco oficinas, o curso pretende, inicialmente, comentar as relações entre tradução e mercado editorial e abordar os principais aspectos da teoria da tradução, tendo em vista sua relevância para a atividade prática. Num segundo momento, serão realizadas oficinas de tradução coletivas a partir de textos de diversos gêneros. O investimento é de R$ 640. Para mais informações e inscrições, acesse http://www.espacorevistacult.com.br/cursos-descricao.php?curso=132  

terça-feira, 16 de abril de 2013

Obra de Clarice Lispector é finalista do Prêmio de Melhor Livro Traduzido

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1262305-obra-de-clarice-lispector-e-finalista-do-premio-de-melhor-livro-traduzido-nos-eua.shtml


A primeira tradução para o inglês de "Um Sopro de Vida" ("A Breath of Life"), último livro de Clarice Lispector (1920-1977), por Johnny Lorenz, é finalista do Prêmio de Melhor Livro Traduzido nos Estados Unidos, na categoria Ficção.
O anúncio dos dez finalistas, escolhidos entre os 25 nomeados, foi feito na última quarta-feira (10) pelo centro de investigação literária que criou a premiação, o Three Percent, da Universidade de Rochester, no Estado norte-americano de Nova York.
O Prêmio de Melhor Livro Traduzido nos Estados Unidos é atribuído anualmente à melhor obra vertida ao inglês, publicada no mercado norte-americano, considerando a qualidade narrativa e de tradução.
A cerimônia de entrega dos prêmios ocorrerá em Nova Iorque no dia 4 de junho. O autor e o tradutor das obras premiadas nas categorias de Ficção e Poesia receberão um prêmio de US$ 5.000 (cerca de R$ 9,8 mil) cada, atribuído pela Amazon.
Clarice Lispector decidiu ser escritora em 1933, aos 13 anos. Em 1942, publicou sua primeira obra, Perto do Coração Selvagem. Ela escreveu 36 livros, entre os quais "A Paixão Segundo G.H", "A Vida Íntima de Laura", "A Mulher que Matou os Peixes", "Laços de Família" e "A Maçã no Escuro".
"Um Sopro de Vida" foi editado nos Estados Unidos em 2012 pela New Directions.

Veja os indicados ao Prêmio de Melhor Livro Traduzido nos EUA, na categoria Ficção:
"Um Sopro de Vida" ("A Breath of Life"), de Clarice Lispector, por Johnny Lorenz
"The Planets", Sergio Chejfec, traduzido por Heather Cleary (Argentina)
"Prehistoric Times", de Eric Chevillard, traduzido por Alyson Waters (França)
"The Colonel", de Mahmoud Dowlatabadi, traduzido por Tom Patterdale (Irã)
"Satantango", de László Krasznahorkai, traduzido por George Szirtes (Hungary)
"Autoportrait", de Edouard Levé, traduzido por Lorin Stein (França)
"The Hunger Angel", de Herta Müller, traduzido por Philip Boehm (Alemanha/Romênia)
"Maidenhair", de Mikhail Shishkin, traduzido por Marian Schwartz (Rússia)
"Transit", de Abdourahman A. Waberi, traduzido por David e Nicole Ball (Djibuti)
"My Father's Book", de Urs Widmer, traduzido por Donal McLaughlin (Suíça)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Como escolher um material didático

Por Vanessa Prata
Blog da Disal: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2013/04/como-escolher-um-material-didatico.html

Muitos professores me perguntam qual material didático adotar ao dar aulas particulares. A resposta, no entanto, não é tão simples, pois não basta indicar este ou aquele livro. Ao trabalharmos em uma escola, geralmente, o mesmo material é adotado para todos os alunos, cabendo ao professor apenas adaptar ou complementar o conteúdo para suas turmas. Ao trabalhar de maneira independente, porém, é o professor quem escolhe os recursos que usará, levando em consideração as necessidades e objetivos de seus alunos.

Tais recursos podem ou não incluir um livro-texto de base. Em The Practice of English Language Teaching, Jeremy Harmer pontua algumas vantagens e desvantagens de se adotar um livro: “Good textbooks often contain lively and interesting material; they provide a sensible progression of language items, clearly showing what has to be learnt and in some cases summarizing what has been studied (...). Good textbooks also relieve the teacher from the pressure of having to think of original material for every class. (...) But textbooks can also have an adverse effect on teaching (...) they tend to concentrate on the introduction of new language and controlled work: a teacher relying too heavily on the textbook will often not be encouraged to provide enough input or output practice. Textbooks also tend to follow the same format from one unit to the next (...) involving a rigid sequence. (...) Teachers who over-use a textbook may become boring over a period of time.”

Adotar um livro como base, portanto, traz inúmeras vantagens e facilita o dia a dia do professor, porém, é sempre importante complementar o material com outros recursos, como textos extras, vídeos, jogos, música etc.

Mas, afinal, como escolher um material didático? Como escrevi acima, não há uma resposta única, inúmeros livros disponíveis no mercado são bons e não necessariamente um é melhor ou pior do que o outro, mas adequados para objetivos diferentes. Não devemos, obviamente, usar o mesmo material para um adulto, uma criança e um adolescente. Da mesma forma, ao ensinar um executivo que precisa do Inglês para reuniões de negócios provavelmente devemos usar um material com foco em Business English, já para um aluno que pretende usar o idioma nas viagens de férias seria mais interessante adotar um livro de “general English”.

Em A Course in Language Teaching, Penny Ur descreve alguns critérios para se avaliar um textbook. Entre eles, destacamos:

- objectives explicitly laid out in an introduction and implemented in the material

- approach educationally and socially acceptable to target community

- clear attractive layout

- appropriate visual materials available

- interesting topics and tasks

- clear instructions

- periodic review and tests section

- content clearly organized and graded

- plenty of authentic language

- good pronunciation, vocabulary and grammar explanation and practice

- fluency practice in all four skills
Esses são apenas alguns aspectos que devem ser considerados ao se adotar um livro-texto. Até mesmo o estilo do professor e do aluno deve ser avaliado, pois alguns se adaptam melhor a determinados materiais do que a outros. Enfim, a melhor resposta é ir até uma grande livraria, sempre que possível, olhar muitos livros e analisá-los antes de escolher o que será adotado com seus alunos, considerando ainda que alunos diferentes podem necessitar de materiais diferentes.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Livro infanto-juvenil traz roteiros históricos

Fonte: Lilian Comunica - Assessoria de Imprensa e Editorial

Casal de brasileiros refaz roteiros históricos na Europa

Os jornalistas belo-horizontinos Mateus Parreiras, 34, e Paola Carvalho, 31, tinham uma vontade antiga: escrever livros infanto-juvenis que gostariam de ter lido em suas épocas, que reunissem aventura e conhecimento. Sempre foram amantes de ficção e história, mas a correria do trabalho em redações de grandes jornais nunca os deixou realizar este sonho. Isto até 2011, quando dizem que "cometeram a loucura de deixar os empregos que sempre quiseram para viajar pelo velho mundo". 

Com o dinheiro reservado para a compra de um apartamento, percorreram mais de 7 mil quilômetros de carro e passaram por 13 países: Portugal, Espanha, França, Mônaco, Itália, Vaticano, Áustria, República Tcheca, Holanda, Bélgica, Escócia, País de Gales e Inglaterra. Durante quatro meses, refizeram roteiros históricos, como o da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial, o da Corte Portuguesa que veio para a sua colônia, o de Joana D'Arc, o de Napoleão Bonaparte, entre outros. "Queríamos ver de perto os lugares que seriam ambientes de nossos livros e acabamos entrando no túnel do tempo", afirma Paola.

Com a cara e a coragem, eles lançaram no fim do ano passado, num projeto independente, a série Spadah - o resultado desta "aventura". O volume inicial é o eBook Caçada nos Mares Proibidos - Aventuras na Rota da Índia (Ed. Simplíssima, 264 páginas, R$ 14,50). É o primeiro livro de aventuras históricas interativas do Brasil neste formato tecnológico. Voltado para o público infanto-juvenil e até para os mais grandinhos, conta a história do grumete Eusébio, de Lisboa, que embarca por mares desconhecidos numa missão secreta para garantir o comércio entre Portugal e Índia. 

O diferencial é que o leitor é quem define a história – há duas opções de continuidade ao fim de cada capítulo. Assim, o personagem principal pode leva-lo à África, ao Egito, selvas e mares que poucos se atreveram explorar. No caminho de tesouros e perigos, o leitor encontra personagens épicos, como Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral. Há 23 finais. Portanto, quando encontrar um “FIM”, pode optar por novo ponto de partida e levar Eusébio para outro desafio. Tudo depende das escolhas do leitor.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Quantos livros você leu no último mês?

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2013/03/quantos-livros-voce-leu-no-ultimo-mes.html

Por Vanessa Prata

Muito se fala sobre a queda na qualidade de ensino e na dificuldade cada vez maior que os alunos têm para escrever e até mesmo para entender o que o leem. Segundo dados do Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional), divulgados em julho de 2012, o número de analfabetos funcionais totaliza 20% dos brasileiros entre 15 e 49 anos.

Em outra pesquisa divulgada em janeiro deste ano, dados do Target Group Index, do IBOPE Media, apontam que apenas 33% dos brasileiros leram algum livro nos 30 dias anteriores à pesquisa. Em relação às faixas etárias, as pessoas de 25 a 34 anos são as que mais leem (22%), seguidas dos que têm entre 35 e 44 anos (18%). Já a porcentagem de leitores entre os jovens é um pouco menor: 19% entre aqueles de 12 a 19 anos e 11% entre os que têm de 20 a 24 anos.
 
Como educadores temos que ao menos tentar mudar essa situação, especialmente em relação às crianças e aos jovens. Claro que os pais têm um papel fundamental de estimular o hábito de leitura em seus filhos desde cedo, mas os professores também devem fazer sua parte. Em primeiro lugar, educadores devem dar o exemplo sendo leitores ávidos. Particularmente, acho inadmissível um professor que afirma não gostar de ler ou que “não tem tempo”. Por mais atribuladas que sejam nossas agendas, se não encontramos tempo para ler, nos atualizar, como podemos esperar isso dos alunos? E será que não temos tempo mesmo ou apenas priorizamos outras atividades, como assistir à televisão, navegar no Facebook ou passear no shopping?
 
Em segundo lugar, a leitura deve ser estimulada como um prazer, e não apenas como obrigação. Não concordo, por exemplo, com as fatídicas “provas do livro” que muitos tivemos que fazer durante o ensino fundamental e médio. Acredito que outras atividades poderiam ser propostas em sala para avaliar a leitura, como debates, cartazes, representação de cenas ou simplesmente pedir que os alunos compartilhem o que acharam interessante de cada livro lido.
 
Além disso, todos devemos buscar e oferecer alternativas a um problema real: o preço dos livros no país. Também acho que o livro é caro e eu mesma não compro tantos quanto gostaria, o que não significa que não esteja sempre lendo algo. Ao menos nas grandes cidades, há inúmeras bibliotecas públicas ou unidades do SESC que também oferecem bibliotecas. O metrô de São Paulo tem o projeto Embarque na Leitura, com empréstimo de livros aos usuários. Muitas bancas de jornais e revistas também vendem livros geralmente a preços mais populares. Na capital paulista há ainda diversas feiras de troca do livro, eventos gratuitos em que basta levar um livro que você já leu e trocar por outro (vale gibi também). Sem contar que uma quantidade enorme de livros já é de domínio público e está disponível gratuitamente na internet para download. E, claro, sempre podemos compartilhar livros com nossos amigos e colegas, emprestando o que já lemos e pegando emprestando outro exemplar. Enfim, opções não faltam para quem realmente está a fim de ler sem gastar muito.
 
Em tempo, acabo de ler A mulher do próximo, do jornalista americano Gay Talese, que peguei emprestado de uma amiga, estou lendo Entornos & Contornos, coletânea de textos de uma rede de ensino de idiomas, que recebi pelo correio gratuitamente por já ter dado aula nessa escola, e na sequência estão me esperando Neuromancer e A Cabana, que troquei na feira do livro da Casa das Rosas, em São Paulo, há cerca de duas semanas.





How to Reinforce School Lessons at Home

Source: http://www.parttimenanny.org/blog/how-to-reinforce-school-lessons-at-home/ 


Kids can learn a lot at school when they pay attention, but that learning can also go by the wayside if it’s not reinforced at home. Think of all the lessons you learned in school, but have long since forgotten because there was nothing to anchor them in your mind. While you can’t quite expect your child to retain every bit of information she’s given at school, there are a few things you can do to boost her retention and reinforce the lessons she’s learning every day.
  • Vocabulary Words – Make learning these words fun by inventing games or incorporating the words into existing word games. You can post the week’s vocabulary words in strategic places around the house and quiz your child on the spelling at different times. Use the words in sentences and spell them out instead of saying them.
  • Reading – Take an interest in the books assigned to your student. Ask him about the books he is reading in school and hold conversations relating to the topics they cover. Kids may not have time for additional reading during the school year, but on holidays and vacations consider making suggestions. If your child shows interest in a particular topic, explore it with him. Not only will your interest help reinforce what he is learning in school, it will also provide you with valuable bonding time. You may find that you both have similar interests, giving you a foundation upon which to build a more meaningful relationship with your child.
  • Math – There are plenty of math games that you can play with your child. If you are working with a very young child, you can reinforce simple concepts like addition and subtraction with items like pennies or popcorn. Older kids may enjoy helping you cook, and you can help them with measurements and show them how to work with fractions. Have your child figure out the math for doubling a recipe or cutting it in half. Experiential learning with real world situations has a tendency to stick.
  • History – The Internet has an infinite wealth of information. You can take your child on a virtual tour of the world, visiting different eras without ever leaving your living room. There are many videos available on the various historical figures and periods. Sometimes viewing the right movie can have a long-lasting, positive impact. Also, if you travel during vacation time, consider going to some historical sites in your travels. Some families travel to such sites to make the history lessons real. The Gettysburg Address is probably easier to remember if you’ve actually stood on the historic spot, rather than just looking at a picture or two.
Helping your child to problem solve, think critically and develop a good memory will also help in reinforcing school lessons. Many school systems these days are less focused on teaching some of these skills, as more and more classrooms teach for testing. The problem with this method is that kids learn the information that they will need to know for the test, but once the test is over that information is quickly lost. When a child is taught how to think, comprehend and memorize, the lessons go deeper and less information is lost. You can help your child develop these skills by playing card games, board and memory games. Playing with your child will also help improve your memory as well, so you will both benefit by the practice. There are several types of memory games available on the market, or you can create some of your own. Teaching your child games like checkers and chess will help her develop critical thinking skills as she learns how to strategize and anticipate the other person’s moves. The abilities she develops through these games will assist her in her school work as she begins to learn how to see patterns and figure out the plan for solving the problems.
Reinforcing what your child learns at school doesn’t always need to be about the exact lessons that are being taught. Part of reinforcing the lessons is making them relevant to real life. Look for ways to make them interesting, sometimes showing how that lesson is a part of a bigger subject. Getting involved in your child’s education is an investment you can’t afford to neglect. Working with your child may help develop skills that will eventually create a lifelong learner, enriching both your lives and your relationship

sexta-feira, 8 de março de 2013

Feira de troca do livro começa domingo

No próximo dia 10 de março, no Parque Buenos Aires, em Higienópolis, acontece a primeira edição de 2013 do projeto Feira de Troca de Livros e Gibis, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura.
As feiras têm indicação livre, são gratuitas e funcionam sempre das 10h às 15h.
SERVIÇO:

FEIRA DE TROCA DE LIVROS E GIBIS 2011
Telefone para informações ao público: 2291-5763 | 3675-8096
Entrada Franca | Horário: 10h às 15h | www.bibliotecas.sp.gov.br

Calendário:

10 de março – Parque Buenos Aires - Av. Angélica, s/n (altura do 1500) – Higienópolis (Centro-Oeste) – (11) 3666-8032.

14 de abril – Lydia Natalízio Diogo - Rua João Pedro Lecor, s/n (ao lado do SENAI) – Vila Prudente (Leste) – (11) 2910-8774.

19 de maio
- Parque Esportivo dos Trabalhadores - PET (antigo CERET) - Rua Canuto Abreu, s/n – Tatuapé (Leste) – (11) 2671-8788.

09 de junho – Parque do Piqueri - Rua Tuiuti, 515 – Tatuapé (Leste) – (11) 2097-2213.

18 de agosto – Parque Rodrigo De Gásperi - Av. Miguel de Castro nº321 - Vila Zatt – Pirituba (Norte) – (11) 3974-8600.
15 de setembro
– Parque Independência - Av. Nazareth, s/nº - Ipiranga (Sul) – (11) 2273-7250.

20 de outubro - Parque do Carmo - Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951 – Itaquera (Leste) – (11) 2748-0010 / 2748-5001.

10 de novembro – Parque Ibirapuera - Av. República do Líbano, 1151 – portão 7 – próximo ao Viveiro Manequinho Lopes, ao lado do Bosque da Leitura, na antiga serraria – Vila Mariana (Sul) – (11) 5584-5045 / Fax (11) 5573-4180
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http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=12074

quarta-feira, 6 de março de 2013

Activities to encourage your young reader

Source: http://www.4nannies.com/blog/activities-to-encourage-your-young-reader/


Reading is a skill that your child will master at some point. Every child learns at a different pace and in different ways, however, so be patient with the process. In the meantime, here are some tips to encourage healthy reading habits in your child.
Visit the library – The library is a magical place for children! Help your child register for her own library card so that she can check out books independently. This independence will allow her to choose the books she’d like to read and help her become responsible for taking care of those treasures. Encourage her to look for books she is interested in, show her where to ask for help if she can’t find something and allow her to make her own choices.
Read to and with your child daily – About 30 minutes of reading per day is what is recommended to encourage healthy reading habits in your child. Start at a young age by reading to your child and then gradually transition to him reading out loud to you. The reading doesn’t have to be done all at once, but can be broken up into smaller, more manageable slices of time.
Role model at home – Children who see the adults around them engaging in reading are more likely to follow your example.
Write short notes to your child – Put them in lunch boxes, backpacks or leave them on the counter for your child to read. You can write about anything; tell her that you love her, leave her a small fact to read or even write down her chores for her!
Ask open-ended questions about the story that you are reading – Asking your child open-ended questions will encourage him to think about what is going to happen next in the story and to put together what has already happened. Ask him how he’d have the story end or to predict what he thinks will happen next in the story. Once you read more of the story, look back on your discussion and compare his thoughts to the actual story line.
Use context to check vocabulary words – Throughout your life you use context to check the meaning of words you don’t know, so encourage your child to do the same. It’s an essential life skill.
Practice writing skills – Reading and writing go hand in hand because you learn one while you are learning the other! Have your child practice sounding out words while she is writing, encourage her to create her own story with illustrations and have her write letters to people in your family (and have others write back to her!).
Let them pick the books that they read – Giving your child ownership of the books he chooses will mean that he is more involved in the reading process from the beginning. Encourage him to read the classics as well, but let him pick out what he is interested in reading.
Make reading fun – While you are reading together have her act out stories, recreate them or illustrate them how she thinks it should be done!
Play reading related games – Choose games that require reading to play together. Games that involve word play (Scrabble or Boggle), games with cards that you read (Fluxx or Pictionary) or games that require you to read spaces (Life or Monopoly) all encourage children to read independently while playing.
It’s important to remain patient and calm during the learning to read process with a young child, help him when he needs help, but stand back and allow him to navigate the words on his own as much as possible. Eventually the day will come that you are sitting side by side on the sofa, each reading your own books, and all that effort and hard work will pay off.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Livro - Nunca procure emprego

Se você é professor, já pensou em ter sua própria escola ou trabalhar apenas com aulas particulares? E se ainda é estudante ou está insatisfeito com seu trabalho, já pensou em começar seu próprio negócio, em vez de procurar um "emprego de verdade"?
O empreendedorismo no Brasil ainda não é muito difundido, embora venha crescendo bastante nos últimos anos, e em grande parte, isso se deve à maneira como somos educados, tanto em casa, como nas escolas e faculdades, sempre com a intenção de "conseguir um bom emprego". O conceito de "trabalhar por conta própria" muitas vezes passa a ideia equivocada de falta de opção, em vez de ser a primeira opção de vida.
Além disso, pesquisas indicam que um grande número de empresas, se não me engano cerca de 50 a 60%, fecham nos dois primeiros anos de funcionamento, por má administração, inexperiência dos empreendedores e falta de planejamento.
Por outro lado, empreendedores que "se dão bem" tendem a ganhar mais do que num "emprego de verdade" e costumam ser mais satisfeitos profissionalmente, afinal, estão trabalhando para eles e não para os outros.
Quem pensa em abrir o próprio negócio precisa avaliar uma série de pontos antes de realmente criar sua empresa, e um ponto de partida pode ser o livro Nunca Procure Emprego! Dispense o Chefe e Crie seu Negócio sem Ir à Falência (Ed. Évora), do jovem americano Scott Gerber, que aprendeu na prática, com erros e acertos, como abrir uma empresa e, principalmente, levá-la ao sucesso.
Com linguagem coloquial e bastante irreverente, o livro fala "de jovem para jovem", mas as dicas podem ser úteis para empreendedores de qualquer idade, apesar de algumas óbvias como "pese os prós e contras". Embora o livro tenha sido escrito para o contexto americano, a tradução explicita algumas diferenças de legislação específicas do Brasil. Vale a leitura!

domingo, 11 de novembro de 2012

Blog da Disal - Vídeos para todos os gostos

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2012/11/videos-para-todos-os-gostos.html

Vídeos para todos os gostos

Por Vanessa Prata*

Quem já acompanha meu trabalho pelo Blog da Disal ou pelo meu blog sabe que gosto muito de utilizar vídeos nas aulas de Inglês, tendo já inclusive escrito outros artigos sobre o tema. Utilizar vídeos em sala contribui para apresentar o “real English” para os alunos, traz diversidade às aulas, costuma motivar os estudantes e, para o professor, pode ser uma fonte inesgotável de ideias para trabalhar as quatro habilidades e as múltiplas inteligências.
Mas como na correria do dia a dia nem sempre temos tempo de assistir a novos filmes o tempo todo e muito menos preparar atividades com eles, uma sugestão é o livro Atividades de Vídeo para o Ensino de Inglês, de Louise Emma Potter e Ligia Lederman (Disal Editora, R$ 26). O livro traz 30 atividades fotocopiáveis, com trailers disponíveis no YouTube e trechos de filmes facilmente encontrados em DVD, incluindo títulos como Avatar, Madagascar, Procurando Nemo, Uma Linda Mulher, Harry Potter e a Pedra Filosofal, O Diabo Veste Prada, entre outros, além, é claro, do seriado Friends, que não costuma faltar na videoteca da maioria dos professores de Inglês.
Na primeira parte do livro, as atividades com trailers são propostas para ter duração média de 20 minutos e, na segunda parte, com trechos dos filmes, para durar uma aula inteira de 50 minutos. Todas as sugestões incluem atividades de “Before viewing”, “Viewing” e “After viewing”. A parte final é dedicada às sinopses e fichas técnicas dos vídeos apresentados, além de “teaching tips” e as respostas dos exercícios.
Um ponto que poderia ser melhorado para facilitar ainda mais o trabalho do professor é o uso de “encurtadores de URLS” na primeira parte, em que são apresentados os endereços dos trailers no YouTube. Usando o site http://migre.me, por exemplo, o endereço http://www.youtube.com/watch?v=GrqpKEOF8uw&feature=related, difícil de digitar, se tornaria http://migre.me/bzqVa, e o endereço http://www.youtube.com/watch?v=ARFH4aXYFFM viraria http://migre.me/bzr9P. Para utilizar o encurtador citado, basta acessar o site, colar o endereço original e clicar em “migre”.  Mas, no geral, o livro é uma ótima sugestão para diversificar as aulas e oferecer mais recursos aos professores.

domingo, 22 de julho de 2012

Sucesso nos exames - New book by Jack Scholes

Check out the latest book written by Jack Scholes: Sucesso nos Exames.

http://migre.me/a00KG

Prático e divertido, Sucesso nos Exames foi elaborado para você que vai prestar um exame. Qualquer exame: pode ser o concurso público de seus sonhos, a esperada carteira de motorista, o vestibular, o Enem... Entre outros, o livro abrange os seguintes tópicos: Aprenda sobre seus estilos de aprendizagem, Organize seu tempo para revisão, Crie e mantenha a motivação, Perguntas para fazer você pensar sobre suas principais Inteligências Múltiplas e Testes de Leitura.
R$ 39,90

25 Books To Sharpen Your Social Skills (and Transform Your Career)

Sent by Tim Handorf
Source: http://www.bestcollegesonline.com/blog/2012/07/16/25-books-to-sharpen-your-social-skills-and-transform-your-career


Humans are strange creatures. Luckily, since you are one, you already have all the tools you need for getting along with them. Even though they come so naturally to some people, no one is born with the skills for fitting into society; these skills are learned over time. It’s never too late to improve your ability to meet people, make friends, and communicate. These 25 books can help you take your social skills to the next level and earn you huge payoffs in both your personal and professional lives.
  1. PeopleSmart: Developing Your Interpersonal Intelligence by Mel Silberman:


    In an easy-to-read style, Silberman lays out practical techniques for developing your “IQ”: your interpersonal quotient. His eight ways to be more effective in your relationships have the backing of scholarly research, just what you’d expect of a Ph.D.
  2. How to Talk to Anyone: 92 Little Tricks for Big Success in Relationships by Leil Lowndes:

    It’s not a full 100, but 92 hacks for facilitating dialogue between any other human on the planet ain’t half bad. Smash through the ice of any first meeting, and find common ground with people you’ve never met.
  3. Conversationally Speaking : Tested New Ways to Increase Your Personal and Social Effectiveness by Alan Garner:

    After 15 years since its first print run, the tools in this book can’t really be called “new” anymore. But a million or so readers can attest to the effectiveness of Garner’s recommendations for handling criticism, listening, and reducing anxiety in social scenarios.
  4. Talk to Strangers: How Everyday, Random Encounters Can Expand Your Business, Career, Income, and Life by David Topus:

    If you continue to follow the childhood dictum to never talk to strangers, you may be passing up connections that could change your life. David Topus can help ensure your random encounters don’t result in a restraining order.
  5. People Skills: How to Assert Yourself, Listen to Others, and Resolve Conflicts by Robert Bolton:


    One of the most widely recommended social skills books, People Skills is packed with insightful tips for improving your communication, from using silence to asserting yourself to have your needs met.
  6. Get Off The Bench: Unleashing The Power of Strategic Networking Through Relationships by Sidney E. Fuchs:

    The importance of networking in career success can’t be emphasized enough, especially in a tough economy. Fuchs shows you how to get into the game and what to avoid with practical advice and real-world examples.
  7. Emily Post’s Etiquette by Peggy Post, Anna Post, Lizzie Post, and Daniel Post Senning:

    The descendants of the famous etiquette author bring her legendary wisdom of social etiquette to bear on topics like unfriending people on Facebook and covering up tattoos for job interviews. It’s a fitting tribute to an etiquette icon for a digital generation.
  8. How to Have Confidence and Power in Dealing with People by Leslie T. Giblin:

    Giblin presents the world as it is and shows you how to get what you want without waiting for other people to change. Usually this is win-win anyway, like creating a good impression on others or making the other person feel friendly.
  9. Crucial Conversations: Tools for Talking When Stakes Are High by Kerry Patterson, Joseph Grenny, Ron McMillan, and Al Switzler:

    Wouldn’t it be nice to be able to talk to anyone about anything? Instead of avoiding big conversations, you’ll learn how to prepare for them in six minutes and turn them into opportunities for getting ahead in life, after you read this book.
  10. The Charisma Myth: How Anyone Can Master the Art and Science of Personal Magnetism by Olivia Fox Cabane:


    This book blows the lid off the longstanding belief that some people just have that it, and there’s nothing someone can do to get it other than be born with it. Cabane shows readers how to learn charisma and how to wield it responsibly.
  11. How to Win Friends & Influence People by Dale Carnegie:

    We put it as low as we reasonably could, but no list about social skills would be complete without this title. Dale Carnegie’s iconic book recently celebrated its 75th anniversary; we challenge you to find another self-help book that’s stood the test of time so well.
  12. Click: Ten Truths for Building Extraordinary Relationships by George Fraser:

    Networking is important for business, but connecting is taking relationships to the next level. Fraser shows you how to do just that with his 10 tips, like being the first one to trust, being open to everything, and communicating from the heart.
  13. Golf Rules & Etiquette Crystal Clear by Yves C. Ton-That:

    It may be a cliche to think of major deals being made on the golf course, but it got that way because deals really are made that way all the time. This book will help you navigate the country club with grace.
  14. Understanding Other People: The Five Secrets to Human Behavior by Beverly Flaxington:

    Flaxington wrote this book after teaching a graduate course called “Dealing with Difficult People.” Think of this book as just “Dealing with People,” as grasping her five secrets will help you deal with everybody, difficult or not.
  15. Enchantment: The Art of Changing Hearts, Minds, and Actions by Guy Kawasaki:


    Former Apple evangelist, venture capitalist, and blogger Kawasaki penned this great book on effecting a change for the better in the people you encounter. If you agree people are enchanted with Apple products, it would be a good idea to take his advice to heart.
  16. Games People Play: The Basic Handbook of Transactional Analysis by Eric Berne:

    Nearly 50 years ago, Eric Berne pulled the mask off all the little games we all play in our social interactions, and still the game goes on. You’ll fare much better if you read this book and know what exactly it is you’re playing.
  17. The Speed of Trust: The One Thing That Changes Everything by Stephen M.R. Covey:

    If self-help books turn you off with advice that makes you feel like a phony, this is the book for you. Covey lays out the ways to build real trust in your relationships, whether they’re business, friendship, or love.
  18. The No Asshole Rule: Building a Civilized Workplace and Surviving One That Isn’t by Robert I. Sutton:

    It’s not often you see “asshole” and “civilized” in the same sentence. Hopefully you don’t have any jerks at your work, but if you do (or you are one), Sutton’s got the tools to help you survive them (or stop being one).
  19. It’s Not All About “Me”: The Top Ten Techniques for Building Quick Rapport with Anyone by Robin Dreeke:

    Dreeke writes from 15 years of experience with the FBI, where he worked as lead trainer for social engineering and interpersonal skills. In other words, he knows people, and he’ll teach you how to communicate with anyone, quickly and with little “filler.”
  20. Switch: How to Change Things When Change Is Hard by Chip Heath and Dan Heath:


    Although not strictly a social skills help book, Switch is recommended by many readers to help smooth your transition into a more sociable person, especially if the idea of trying to be more outgoing causes you stress.
  21. Dealing with People You Can’t Stand: How to Bring Out the Best in People at Their Worst by Dr. Rick Brinkman and Dr. Rick Kirschner:

    This bestseller has been updated to incorporate the new class of people no one can stand, who were birthed by the digital age. The Doctors Rick are here to arm you with the communication skills to not be defeated by whiners, close-talkers, or pedants.
  22. Emotional Intelligence: 10th Anniversary Edition; Why It Can Matter More Than IQ by Daniel Goleman:

    Probably you’ve noticed by now that smarts don’t make the world go round. The people who find true success know how to create and foster healthy relationships, at work and in their private lives, and you can too with the Daniel Goleman’s help.
  23. Small Talk Big Results: Chit Chat Your Way to Success! by Diane Windingland:

    Small talk is often boring, unauthentic, cheesy, and repetitive. It’s also an unavoidable part of living in a society, so you might as well get good at it.
  24. The Introvert’s Guide to Success in Business and Leadership by Lisa Petrilli:

    We didn’t forget you, introverts. While some self-help books for shy people are simply collections of quotes from extroverts saying why it’s great to be outgoing, Petrilli celebrates quiet people. The book has great advice for enhancing your social prowess while staying an introvert at heart.
  25. Personality Plus: How to Understand Others by Understanding Yourself by Florence Littauer:


    Littauer is well-known in marriage counseling circles for her books and writings, but she is more generally an expert on personalities. This best-seller can help you understand your own personality type, as well as give you an idea of the other types and how best to deal with them.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Livros para reading and writing

Dois lançamentos disponíveis na SBS trazem sugestões de textos e atividades para trabalhar reading e writing com alunos de níveis intermediários e avançados.


O primeiro é Insights for Today, de Lorraine Smith e Nancy Mare (Heinle Cengage, R$ 65,95), que apresenta 12 capítulos divididos em seis unidades temáticas, como Family Life, Technology in our Everyday Lives, Healthy Living e The Earth's Resources and Dangers. Cada capítulo tem atividades de prereading, o texto em si (com opção de áudio) e exercícios de skimming e scanning, reading comprehension, vocabulary, dictionary skills, crosswords, e outras atividades de follow-up, com sugestão de tópico para writing.



O segundo lançamento é Weaving it Together - Connecting Reading and Writing 3, de Milada Broukal (Heinle Cengage, R$ 85,90), que traz 16 capítulos em oito unidades, abordando temas como Symbols, Customs, Mind and Body, People, Food, Environment, entre outros. Os capítulos também trazem atividades de prereading, reading comprehension, vocabulary e critical thinking. O destaque fica por conta da parte de Writing, que disseca temas como Organizing Paragraphs, Writing a Narrative Essay, Writing a Cause-and-Effect-Essay, Writing an Argumentative Essay, entre outros assuntos.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Um help para as aulas de conversação




Um help para as aulas de conversação

Todo professor já deve ter quebrado a cabeça para encontrar atividades extras interessantes e que gerem conversação, não é verdade? Quem estiver sem ideias ou sem tempo de fazer uma pesquisa mais aprofundada, pode encontrar boas sugestões no livro Have I told you – Conversation for Advanced and Post Advanced, de Anette Vernaschi Toppan (Ed. Armazém, 68 páginas, R$ 106). Apesar de o subtítulo indicar que o foco principal são alunos dos cursos avançados, algumas atividades podem ser aplicadas mesmo nos níveis intermediário, com ou sem adaptações do professor.
Além de textos sobre temas variados, como curiosidades da Língua Inglesa, as origens do conto Chapeuzinho Vermelho e artigos de jornais e revistas, o livro traz exercícios com phrasal verbs e frases para serem corrigidas pelos alunos, testes de autoconhecimento, jogos comunicativos e outras sugestões.
Algumas atividades são autoexplicativas, mas o Teacher’s Guide é fundamental para aplicar alguns dos jogos. Além disso, esse material traz muita informação extra, que pode ser útil para ampliar o próprio conhecimento do professor ou mesmo para contar alguma curiosidade ou dar explicações extras aos alunos.
O livro pode ser encontrado na Livraria SBS.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Novo livro de Jack Scholes


INGLÊS RAPIDO - MANUAL PRÁTICO PARA A COMUNICAÇÃO EM INGLÊS - CONTÉM CD ÁUDIO
Autor: SCHOLES, JACK
Editora: DISAL EDITORA
Quem quer se comunicar rapidamente em inglês encontrará neste guia 1000 frases e 3000 palavras úteis em inglês, frases e palavras para situações especificas apêndices para referência rápida (Por exemplo, alfabeto inglês, números e dias da semana) e,no fim do livro, minidicionário português-inglês e inglês-português. Acompanha CD de áudio.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Entrevista - Caco Galhardo



Entrevista por email ao Guia Prático para Professores de Ensino Fundamental I (ed. nov)

Entrevista - Caco Galhardo

Quadrinhos na sala de aula

Gibis e tirinhas podem ser importantes ferramentas para estimular a leitura e trabalhar a interdisciplinaridade

Por Vanessa Prata

O paulistano Caco Galhardo publica desde 1996 sua tira Os Pescoçudos no jornal Folha de S.Paulo e tem seis livros publicados, entre eles Dom Quixote em Quadrinhos (Ed. Peirópolis), que terá a segunda parte lançada no início de 2012. Seus trabalhos são frequentemente publicados em diversas revistas e alguns de seus personagens já viraram animações nos canais MTV e Cartoon Network. Na entrevista a seguir, o cartunista mostra como os quadrinhos podem ser uma ferramenta pedagógica em sala de aula.

Como as histórias em quadrinhos podem ser uma ferramenta pedagógica?
Caco Galhardo
– As crianças e o público jovem se amarram em quadrinhos. As adaptações em HQ acabam servindo como “portais” para as obras originais. É um meio muito eficiente e prazeroso de introduzir as grandes obras da literatura.

Os quadrinhos podem ser utilizados para integrar disciplinas, como Português, Artes, História, entre outras?
Caco Galhardo
– Acho que podem servir para tudo. Dom Quixote, por exemplo, além da literatura, serve como excelente registro de época. E artistas de diversas épocas, desde Doré a Picasso e Portinari, já desenharam o Quixote, o que poderia muito bem entrar no ensino de Artes.

Ao pedir que os alunos criem suas próprias histórias em quadrinhos, como lidar com os alunos que dizem que “não sabem desenhar”?
Caco Galhardo
– Eles podem trabalhar em duplas. O que não sabe desenhar escreve o roteiro e o outro desenha. Ou até vale contar histórias com “palitinhos”. Não saber desenhar não é um impedimento. Nos quadrinhos, tudo pode ser resolvido em poucos traços, contanto que esses traços consigam representar os elementos da narrativa.

Como o professor pode ajudar o aluno a estruturar a história e os personagens?
Caco Galhardo –
Não sou o cara mais indicado para tratar de métodos pedagógicos, mas, como autor, sugiro seguir a ordem: criação de argumento, desenvolvimento de personagens com desenhos, roteirização da história, storyboard e a arte final. Muita gente acha que quadrinhos é fácil, quando na verdade é um negócio muito trabalhoso. Mas muito prazeroso também. Se o professor quiser desenvolver um projeto com HQ em classe, sugiro que pense em um período de no mínimo três meses.

Quais algumas dicas básicas para quem quer começar a desenhar quadrinhos?
Caco Galhardo
– Quadrinhos têm tudo a ver com prática de desenho e muita observação. Tem que andar sempre com um caderninho a tiracolo e exercitar o desenho diariamente. E observar, desde as pessoas que estão a sua volta até as técnicas dos mestres. Meu trabalho de humor é 100% observação.

Histórias em quadrinhos podem ser usadas também para lidar com casos de bullying, baixa autoestima dos alunos ou outros problemas de comportamento?
Caco Galhardo
– História em quadrinho é uma forma de narrativa de fácil assimilação e compreensão, que pode lidar com qualquer tema. Basta aprender alguns conceitos básicos e sair desenhando. Todo mundo entende quadrinhos.

O humor é fundamental numa história em quadrinhos, ou as tirinhas podem tratar de temas mais “sérios”, mesmo com crianças?
Caco Galhardo
– HQs adultas não precisam ter nenhum comprometimento com humor. É algo que diz respeito ao estilo do autor. Há HQs com super-heróis, mangás, temas históricos, autobiográficos... tem para todo gosto e estilo. No que diz respeito a infantis, a presença do humor é mais forte, mas até hoje me lembro de HQs do Maurício de Souza muito bonitas e poéticas, com um pequeno toque de humor de fundo. Se o professor não tiver essa veia humorística, pode seguir outros caminhos, sim.

Como surgiu a ideia de adaptar um clássico da literatura, como Dom Quixote, para o universo HQ?
Caco Galhardo
– A ideia veio de Denyse Cantuária, na época editora da Peirópolis. Desde o começo ela achava que os quadrinhos tinham grande poder de penetração nas escolas e me convidou para adaptar um clássico. No meio da conversa, ela citou Dom Quixote e uma luz se acendeu em minha cabeça. Dom Quixote em Quadrinhos inaugurou todas essa nova leva de adaptações de clássicos em HQ.

Como dica de leitura, quais seus quadrinhos favoritos?
Caco Galhardo
– Entre as HQs infanto-juvenil destaco: Asterix (sempre um clássico, criado pela dupla de franceses René Goscinny e Albert Uderzo), Aventuras de Tintim (Hergé), Turma do Pererê (Ziraldo) e Mortadelo e Salaminho (Ibáñez). Entre os quadrinhos adultos, recomendo sempre o Maus, de Art Spiegelman, uma das melhores obras já produzidas sobre os judeus a segunda guerra, e qualquer obra de Will Eisner.