Mostrando postagens com marcador Intercâmbio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Intercâmbio. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Procurando cursos no exterior?

Confira o site www.sprachcaffe.com/portuguese/main.htm. A escola oferece intercâmbio em 30 escolas próprias em diversos países, com cursos para adolescentes e adultos.

sábado, 28 de junho de 2014

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cursos no exterior

Procurando cursos no exterior ou acomodação? Confira o site  http://pt.languagebookings.com, que reúne em um só lugar inúmeras opções de países e escolas. O site ganhou o STM Star Awards em 2012 e foi indicado novamente em 2013 como Agência Star STM na Europa, prêmio internacional promovido pela revista britânica Study Travel Magazine.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Palavras e termos do inglês acadêmico

Por Brenda Bellani, editora do site Hotcourses Brasil

Não é novidade que cada situação, cada ambiente possui um vocabulário específico, no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Quando se está aprendendo um novo idioma, qualquer situação ou ambiente no exterior é suficiente para aprender novas palavras, sinônimos e terminologias. Uma simples ida ao mercado, e você vai acabar aprendendo nomes de produtos, comidas e frutas – além de aprender a usar a moeda do país. Em um encontro com nativos, você passa a dominar um pouco mais do idioma coloquial e as suas gírias.

Se você resolve estudar no exterior, em uma instituição onde o inglês é o idioma nativo, a mesma coisa acontece: existe um vocabulário e uma terminologia específicos do mundo universitário/escolar. A começar pelo tipo de instituição. Você pode optar por uma:

University (universidade)
College (faculdade)
Community college (faculdade comunitária, que oferece cursos de graduação de dois anos de duração, geralmente mais acessíveis financeiramente).

Há ainda os technical institutes (ou apenas tech institutes), para cursos técnicos e profissionalizantes.

Os cursos variam de nome de acordo com o nível acadêmico:

Undergraduate education - são as graduações. Esses cursos resultam nos Bachelor’s Degrees ou Baccalaureates, bacharelados.
Graduate education ou Postgraduate education – são as pós-graduações, que podem ser Master's Degrees, mestrados, ou PhD's (Doctor of Philosophy), doutorados, ou então, MBA's (Master of Business Administration). É por esse motivo que os departamentos de pós-graduação das universidades costumam receber o nome de Graduate School ou apenas Grad School.

Antes mesmo de adentrar no ensino superior, você pode se preparar para uma graduação em um Foundation Program ou Access Program. Esses são cursos preparatórios que lhe introduzem à sua área de estudo almejada antes mesmo de você começar a graduação. Dessa forma, você adquire conhecimentos e habilidades específicas que lhe ajudarão no processo seletivo de universidades e faculdades, e também lhe dão o primeiro gostinho da vida universitária. No Reino Unido, eles também aparecem na forma de cursos Sixth Form e A-Levels.

Os diplomas também têm nomes e significados diferentes:

Diploma – geralmente, o estudante conquista um diploma com a conclusão de um curso técnico ou profissionalizante. Não tem o mesmo peso que um diploma acadêmico e o curso é mais curto (de um a dois anos de duração).
Advanced diploma – conquistado quando o curso técnico/profissionalizante cursado possui uma grade curricular mais extensa ou com mais horas/aulas semanais.
Degree – estes, sim, são diplomas acadêmicos: bacharelados, mestrados ou doutorados.
Certificate – os certificados também são resultantes de cursos técnicos/profissionalizantes ou então de cursos de Educação Continuada.

A Educação Continuada é direcionada aos estudantes adultos que desejam continuar a estudar por vários motivos: para ter uma profissão, para mudar de profissão ou para aperfeiçoar suas habilidades em uma profissão que já exerce há algum tempo. Nos Estados Unidos, estes cursos são chamados de Continuing Education; já no Reino Unido, têm o nome de Further Education.

A Educação Superior (ou ensino superior, ou seja, acadêmico) tem o nome de High Education nos Estados Unidos, Reino Unido e na maioria dos países de língua inglesa; na Austrália, Nova Zelândia e em outros países é chamada de Tertiary Education.

Áreas de estudo

Ao escolher o que estudar na graduação no exterior, você precisa escolher a sua Major, área de estudo acadêmica a qual você queira se especializar. Ainda enquanto cursa seu bacharelado, existe a opção de frequentar cursos secundários em áreas de estudo mais específicas, as chamadas Minors. Elas podem ser relacionadas à sua Major, para complementar suas habilidades e conhecimentos na área, como também podem ser em uma área completamente diferente. Por exemplo, você pode cursar uma Major de administração e fazer uma Minor de contabilidade e finanças; ou então, estudar uma Major de química e cursar uma Minor de filosofia. As opções são bastante diversas e variam de acordo com a oferta de cada instituição.


domingo, 26 de maio de 2013

Viagens internacionais: planeje a sua

Neste sábado apresentei o workshop Viagens internacionais: planeje a sua, na Seven unidade Mooca. A apresentação menciona vantagens e desvantagens de intercâmbios e de viagens por conta própria, dá dicas para planejar a sua e como aproveitar melhor a viagem. Quem tiver interesse, entre em contato que envio o ppt.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Salão do Estudante 2013

O Salão do Estudante 2013, uma das maiores feiras de intercâmbio e cursos no exterior, acontece em São Paulo em 16 e 17 de março, no centro de eventos Shopping Frei Caneca. Confira as demais datas em outras cidades no site: www.salaodoestudante.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Blog da Disal - Vale a pena fazer intercâmbio?

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2012/10/vale-pena-fazer-intercambio.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+Disal+(Disal+Blog)


Por Vanessa Prata

Frequentemente alunos me perguntam se vale a pena fazer um curso no exterior. A resposta não pode ser simplesmente “sim” ou “não”, pois envolve uma série de aspectos a serem considerados, como os objetivos do aluno, o valor a ser investido, o nível atual do idioma e o que se espera do intercâmbio para poder tomar a melhor decisão.

Em setembro, o portal UOL publicou uma matéria mostrando que, em média, um curso de dois meses na Inglaterra custa R$ 15 mil, o que exige uma economia média mensal de R$ 240 por quatro anos. (veja matéria em http://teachervanessaprata.blogspot.com.br/2012/09/economistas-ensinam-guardar-dinheiro.html)

Vale a pena? Pessoalmente, acho que qualquer viagem vale a pena (apesar de não ter feito intercâmbio), pois você conhece novos lugares, novas pessoas, novas culturas e, no caso de ir para um país em que se fala o idioma que está estudando, terá a oportunidade de treinar na vida real o que costuma praticar apenas no ambiente escolar.

No entanto, não adianta fazer um intercâmbio de um ou dois meses e achar que vai sair do Básico 1 e voltar com um nível avançado do idioma. Intercâmbios não fazem milagres, e aprender uma nova língua exige tempo. Da mesma forma, se um aluno viaja para fazer um “cursinho” com uma carga horária baixa, e no resto do tempo acaba se enturmando apenas com outros brasileiros e falando Português, certamente não voltará com um nível de inglês (ou outro idioma) muito melhor do que se tivesse feito um curso aqui.

Acredito ainda que um aluno sem nenhum conhecimento ou com um nível muito básico não terá um aproveitamento tão bom num intercâmbio quanto alguém que já tem um nível pelo menos pré-intermediário. O que você aprenderá nas aulas não será tão diferente seja no Brasil ou no exterior. O que conta mesmo nas viagens é a possibilidade de usar o idioma o tempo todo, ao andar nas ruas e pedir informações, ao comprar comida ou lembrancinhas, ao conversar no idioma com pessoas de vários países etc., e se ainda estiver com muita dificuldade, provavelmente não se sentirá confiante para manter essas conversas básicas.

Mas, se você tem condições financeiras, já tem um nível razoável de inglês (ou do idioma que está estudando) e disciplina para evitar usar o Português mesmo se estiver estudando com outros brasileiros, um intercâmbio certamente pode fazer diferença no seu aprendizado.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Economistas ensinam a guardar dinheiro para o intercâmbio

Uma visão um pouco pessimista, mas é a realidade. Para fazer um intercâmbio, é necessário planejamento financeiro de médio prazo pelo menos.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/09/20/dez-dicas-para-planejar-as-financas-do-seu-intercambio.htm

Bruno Rico
Do UOL, em São Paulo

Qualquer programa de intercâmbio envolve custos altos. Os principais gastos são o curso, a estadia, a passagem e a alimentação. Um curso de dois meses de inglês na Inglaterra pode custar R$ 15 mil. Um programa de intercâmbio de "high school" (ensino médio) na Austrália, R$ 55 mil. Não há outro jeito: tem que se programar.
  • Rafael Hupsel/Folhapress    
No caso do curso na Inglaterra, a família teria que economizar R$ 240 por mês durante quatro anos. A conta é do economista Anísio Castelo Branco, professor de finanças do Senac São Paulo e Presidente do Ibrafin (Instituto Brasileiro de Finanças, Perícias e Cálculos).
Ele pressupôs inflação de 0,5% ao mês. No caso do intercâmbio "high school" na Austrália, a família teria que economizar R$ 1.000 por mês durante o mesmo período.
Se o objetivo fosse um curso de dois anos de mestrado em uma das dez melhores universidades dos EUA, os gastos passariam a ser inviáveis para quase toda a população brasileira: R$ 258 mil. Nesse caso, a economia mensal teria que ser de R$ 4,7 mil durante quatro anos.

Vale a pena? Depende. Especalistas afirmam que, embora os benefícios de uma formação diferenciada sejam grandes, o sacrifício pode tornar-se penoso demais. Veja abaixo dez dicas de três economistas:

1. Decida com antecedência

A regra é simples: quanto antes o estudante decide fazer o programa, antes começa a guardar dinheiro. E quanto antes começa a guardar dinheiro, menores são as parcelas mensais.
“Tudo vai depender de quando a pessoa decidiu fazer o curso”, diz Castelo Branco. “Nesses intercâmbios, muitas vezes a pessoa tem que pagar à vista. No dia em que for aceita [para o curso], já tem que ter o dinheiro”, explica.

2. Tenha planejamento familiar

Realizar um programa de intercâmbio não envolve apenas acumular os recursos necessários, mas também adaptá-lo à realidade e às prioridades da família. “O planejamento financeiro é um pedaço do planejamento familiar”, afirma Alan Soares, coach financeiro da Trader Brasil.
Vale a pena fazer um sacrifício de R$ 240 por mês? Isso vai reduzir o padrão de vida da família durante quatro anos? O caso refere-se ao curso de inglês de dois meses na Inglaterra. O estudante vai de fato aproveitar a oportunidade? Esse recurso vai retornar no médio prazo? Essas são algumas das perguntas sugeridas. José Nicolau Pompeu, professor de pós-graduação em economia na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), ainda alerta para outro problema: “Lá fora alguns brasileiros esquecem que se trata de um investimento e perdem tempo com badalação. Nesse caso, não vale a pena”.

3. Reduza “gastos inúteis”

O termo é muito usado por economistas, mas tem significados variados. O que seria um gasto inútil? Na visão dos especialistas, é o gasto que não dá nem formação e nem retorno financeiro. “Tudo na vida são escolhas, então você pode decidir: vou economizar uma balada por mês e fazer meu intercâmbio”, defende Castelo Branco. Cabe ao jovem e à família definirem o que é útil ou não.

4. Preveja gastos com alimentação

Dependendo da estadia, os custos extras podem variar. “(Um estudante) pode gastar entre US$ 700 e US$ 1.000 mensais com alimentação nos EUA. Se for moradia em faculdade, gastaria menos, cerca de US$ 300. Isso pode dar uma diferença anual de US$ 5.000. Não é pouco”, alerta Soares. Alguns programas incluem alimentação e outros não. O estudante deve somar o valor ao total de gastos previstos.

5. Considere sua renda

Infelizmente, essa é a realidade. Mesmo cursos baratos de línguas não saem por menos de R$ 5 mil. Para programas de "high school", graduação e pós não tem jeito: a família tem que desfrutar de boa condição financeira. Do contrário, “seria muito sacrifício”, diz Pompeu.
Para ele, uma economia de R$ 400 por mês durante quatro anos (para pagar R$ 20 mil por um ano de curso "high school" nos EUA) lhe parece muito penosa.
Soares é mais otimista. Entende que, com esforço, uma família com renda mensal de R$ 8.000 conseguiria pagar o curso. "Mas tem que ser um planejamento elaborado. A família terá que abrir mão de algumas coisas, tipo jantar fora”. O programa debatido custaria cerca de R$ 20 mil. “É o carro da família. Se ele acha importante dar essa experiência para o filho, então vale. Mas se eu tivesse dois filhos, por exemplo, não faria esse sacrifício. Falaria abertamente com eles e explicaria a situação”.

6. Invista certo

A forma de investir o recurso economizado deve se adaptar ao objetivo. Para cursos de línguas e de "high school", a dica é guardar o dinheiro em poupança ou em fundo de renda fixa. Trata-se de um período curto (dois a três anos) e não valeria a pena correr riscos. Já quem tem pretensões maiores, de longo prazo, deve diversificar os investimentos. “Diria 50% em renda fixa e 50% em outras casas de ativos - imobiliário, ações, títulos indexados a moeda estrangeira etc”, afirma Soares. O raciocínio é que, se ocorrer algum imprevisto, há tempo de manejar os recursos e obter outras fontes de renda.
 

7. Na dúvida, invista em renda fixa

“Se a pessoa não sabe nada de finanças pessoais, procuraria (um fundo) de menor risco, de renda fixa”, diz Soares. “Mas na sequência, buscaria instrução. Tem vários livros que mostram como investir."

8. Um filho leva o outro

Para quem tem mais de um dependente, mandar o mais velho para um curso pode obrigar a família a mandar os outros. Nesse caso, o planejamento deve multiplicar qualquer decisão sobre um filho pelo numero de dependentes. “Se tem três filhos, vai ter que pagar "high school para os três”.
Além disso, a tendência é que os gastos cresçam. “Quando um estiver viajando para o curso de "high school", o outro já estará entrando na faculdade, ou vai querer um carro”, alerta Soares.

9. Pondere os benefícios do curso

“Mesmo na questão da educação, não quer dizer que você vai ter um retorno financeiro no curto prazo. Pode não valer a pena. Às vezes quem fez um curso no exterior tem remuneração igual à média do mercado, de gente que não gastou todo aquele dinheiro e não teve que fazer sacrifícios”, afirma Soares.
Os três economistas fazem questão de afirmar que investir na formação acadêmica é quase sempre um bom investimento, mas lembram que não existe mágica. O retorno financeiro pode demorar e requerer muito suor.

10. Intercambio não é tudo

“Não vale a pena comprometer mais de 10% do orçamento familiar (com intercâmbio)”, diz Pompeu. Ele lembra que, mesmo com estabilidade no emprego, uma demissão pode acontecer. Além dos gastos de subsistência, as famílias devem cultivar reservas, pensar na previdência e valorizar outros projetos, como comprar uma casa, trocar o carro e garantir a previdência.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

sábado, 22 de outubro de 2011

Expo Boarding School

Acontece hoje em SP a Expo Boarding School, feira específica sobre Ensino Médio no exterior.
Objetivo: Conhecer escolas particulares do Ensino Médio dos EUA, Suíça e Reino Unido
22 de Outubro (Sábado)
Das 15 às 19hs
Hotel InterContinental
Alameda Santos, 1.123 - Jardim Paulista
Para ver o mapa acesse:
http://www.expo-studyabroad.com/pt/expohs/cidade.php?c=saopaulo

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Bolsa para professor assistente de Língua Portuguesa nos EUA

O programa Professor Assistente de Língua Portuguesa nos EUA (Foreign Language Teaching Assistant – FLTA) tem o objetivo de incrementar o ensino de português em universidades norte-americanas e estreitar as relações bilaterais entre o Brasil e os EUA. O programa prevê a concessão de até 30 bolsas, com duração de nove meses, no ano acadêmico norte-americano (agosto/setembro de 2012 a maio/junho de 2013).

Será dada prioridade a candidatos:

- com nenhuma ou com pouca experiência nos EUA
- professor da rede pública de ensino
- ex-bolsista do PROUNI

Requisitos para candidatura:

- possuir nacionalidade brasileira e não ter nacionalidade estadunidense
- possuir bacharelado ou licenciatura em língua portuguesa e ou língua inglesa
- ter proficiência em inglês, conforme item 6.1.3 do Edital
- estar residindo no Brasil durante o processo seletivo
- não receber bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras para o mesmo objetivo
Benefícios:

- moradia
- alimentação
- transporte local
- seguro-saúde
- passagem aérea de ida e volta

Inscrições até 30 de setembro pelo site www.fulbright.org.br/2010/content/view/107/154.

Expo Estude no Exterior

Visite uma das maiores feiras de intercâmbio do país: Expo Estude no Exterior. Durante a EXPO, você poderá obter respostas para várias de suas perguntas sobre programas de estudos no exterior, incluindo cursos de línguas e universitários, voos, vistos, seguro de viagem, trabalho remunerado, estágios e muito mais!
Acesse o site para verificar as datas e cidades em que haverá a feira.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Expo Pós-graduação e MBA no Exterior (RJ)

A EXPO Pós-Graduação & MBA no Exterior é o maior evento do gênero no Brasil, trazendo instituições estrangeiras e brasileiras com programas totalmente ou parcialmente no exterior.

RIO DE JANEIRO
09 de Maio (Segunda-feira)
Das 17 às 21 h
Sheraton Barra Hotel & Suites
Av. Lucio Costa, 3150 - Barra da Tijuca
Rio de Janeiro - RJ

Em SP foi hoje, sorry não ter colocado antes!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Matéria Época Negócios

Como usar as línguas estrangeiras a seu favor para crescer na carreira

Não há mais chance de fugir do estudo de outros idiomas. Descubra a melhor forma de fazer isso

Por Elisa Campos - Época Negócios


If you can’t understand this, you are in trouble. Se o inglês já pôde ser considerado um diferencial no mercado de trabalho, este tempo acabou. Lição número um para quem deseja construir uma carreira dentro do ambiente corporativo: seja fluente na língua de Barack Obama e John Lennon. Estima-se que a língua inglesa seja falada por pelo menos 500 milhões de pessoas, com esse número podendo chegar a 1,8 bilhão. Mais importante do que isso: a língua universal dos negócios é inegavelmente o inglês. Para trabalhar em uma grande empresa, o idioma virou um pré-requisito demandado em todos os processos seletivos, dos trainees aos executivos top. “Quase 100% dos cargos gerenciais e executivos exigem hoje a fluência do inglês”, afirma Claus Blau, consultor sênior da Korn/Ferry International. O motivo é muito simples: os profissionais de hoje usam o inglês no seu cotidiano de trabalho e não mais esporadicamente como acontecia. “É muito comum em multinacionais um profissional ter dois chefes, um aqui e outro na matriz. Ele terá que se comunicar com o de fora em inglês. Terá também que resolver várias coisas por e-mail, em inglês. Atender o telefone, em inglês. Sem o idioma, ele simplesmente não conseguirá fazer seu trabalho”, afirma Sergio Monaco, consultor do Hay Group. Além disso, o domínio da língua pode sempre facilitar a conquista de uma vaga para trabalhar no exterior. “Ninguém vai ganhar mais por falar inglês, mas portas serão fechadas se o profissional não tiver esse conhecimento”.

Mas o quanto é preciso conhecer do inglês? “O profissional precisa saber liderar uma reunião, fazer apresentações e dominar todos os aspectos do cotidiano profissional”, diz Rolf Goldberg, sócio da consultoria de idiomas Paradigm Language Support. Ou seja, é preciso falar e falar bem.

A vida não é mais fácil para quem está começando a carreira. “Processos bem concorridos como de empresas como Natura e Procter & Gamble barram os candidatos que não falam inglês, inclusive, em alguns casos são realizadas algumas entrevistas em inglês durante a seleção”, diz Ho Mien Mien, diretora da Outliers, escola de idiomas voltada ao ensino de línguas para uso no ambiente corporativo.

Inglês dominado, e agora?
Depois de alcançar a fluência no inglês, é hora de investir no espanhol. Com a internacionalização das empresas brasileiras, especialmente na América Latina, falar a língua passou a ser uma vantagem dentro das companhias. Mas não se engane, a exigência pelo espanhol já é de fato bem menor. “Das cinco vagas executivas que tenho para preencher no momento, com salários acima de R$ 15 mil, quatro exigem o inglês e apenas uma exige espanhol, sendo que esta também exige o inglês”, conta Jaqueline Souza, consultora de RH da Gelre. Portanto, a preocupação prioritária realmente precisa ser o inglês.

Se você é um amante de línguas e já sabe falar bem o inglês e o espanhol, é bom saber que depois desses dois idiomas não há uma língua preferida de forma geral pelas empresas brasileiras que possa garantir um empurrão em sua carreira. Caso você tenha interesse em continuar estudando idiomas, o seu próximo passo dependerá muito de sua situação profissional. Em empresas multinacionais, dominar o idioma da matriz pode ser vantajoso, até mesmo para estabelecer um relacionamento mais íntimo com executivos de fora. “Empresas francesas gostam que seus funcionários aprendam francês, assim como as italianas, o italiano”, diz Monaco, do Hay Group. Na Fiat, há treinamento de italiano, assim como no grupo Accor, de francês, por exemplo.

O Oriente em alta

Outra possibilidade a levar em consideração é o estudo do chinês. A economia da China cada vez mais irá influenciar o mundo dos negócios. “O estudo do mandarim, com a migração do poder de influência para o Oriente, pode ser uma boa opção para quem já domina o inglês e o espanhol”, afirma Blau, da Korn/Ferry. Mas é bom começar a estudar agora mesmo, porque saber falar chinês não é nada fácil. São pelo menos 3 anos para atingir um nível intermediário e ser capaz de manter uma conversa razoável com o interlocutor, segundo Ho Mien Mien, da Outliers. “A gramática chinesa é muito fácil, mas a pronúncia realmente costuma ser um problema”, diz ela. Para se ter uma breve ideia do tamanho do desafio, tenha em mente que no chinês não existe passado ou futuro, não há conjugação de verbo, nem variação de gênero (essa é a boa notícia). Por outro lado, existem cinco tons, ou seja, a mesma palavra dita com entonações diferente, significam coisas absolutamente distintas. Banana por exemplo pode ser facilmente confundida com pé cheiroso. Melhor caprichar, não?

Experiência internacional

Mesmo que a fluência em uma ‘língua secundária’ possa não ser tão valorizada dentro das empresas, a maneira como você obteve sua fluência pode, sim, fazer grande diferença. “A experiência de morar fora do país, mais do que o domínio de uma língua estrangeira demonstra competência intercultural por parte profissional e flexibilidade, o que é muito valorizado dentro das companhias”, diz Blau, da Korn/Ferry. “A exposição a uma experiência internacional é cada vez mais importante num mundo globalizado”. Mas quando ir e quanto tempo ficar? Quando? O mais cedo possível. “O ideal é fazer essa imersão antes de entrar no mercado de trabalho. Depois as coisas complicam. Ou o profissional acaba precisando pedir uma licença não remunerada ou realmente se afastando do mercado de trabalho”, afirma Monaco, do Hay Group. E por quanto tempo? “Fazer curso de línguas no exterior é uma ótima experiência de aprendizado, mas ela deve durar no mínimo três meses. Menos do que isso é capaz que ela não compense”, afirma Marilena Fernandes, coordenadora do curso de adultos da Alumni. Com vontade de fazer as malas?

domingo, 13 de março de 2011

Expo Estude no Exterior

Visite a EXPO Estude no Exterior 2011, uma das maiores feiras de intercâmbio do Brasil.

A EXPO têm o apoio dos órgãos governamentais dos EUA, Canadá, Austrália, Alemanha, Holanda, Nova Zelândia, Reino Unido, entre outros, que estarão presentes no evento para esclarecer suas dúvidas sobre cursos no exterior.

Inscreva-se gratuitamente no site http://www.estudenoexterior.com/expo-p

SÃO PAULO
26 & 27 de março (sábado e domingo)
Das 14h às 19h
Hotel Intercontinental- Al. Santos, 1123

Confira outros locais.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Salão do Estudante 2011

Se você tem interesse em estudar no exterior, não perca o Salão do Estudante 2011, uma das maiores feiras de intercâmbio do país.
Em São Paulo, a feira acontece nos dias 19 e 20 de fevereiro, das 13h às 19h, no Centro de Eventos São Luís - Rua Luís Coelho, 323. Confira a agenda das outras cidades no site e cadastre-se para ter acesso gratuito ao evento.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Palestras online sobre como estudar no Reino Unido

Se você perdeu a feira Universities UK, promovido pelo British Council, pode assistir às palestras com informações sobre cursos no Reino Unido online.
Entre os temas abordados, estão: Como fazer seu application com sucesso (pós); Estudando em Londres: o centro de tudo; O mestrado de 1 ano: como explorar esse atalho; Pesquisa (doutorado): como encontrar sua universidade; Uma perspectiva econômica sobre a crise global e Visto de estudante para o UK.
Clique aqui para acessar os vídeos.