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quarta-feira, 27 de julho de 2016

25% das vagas online para professores são para línguas estrangeiras

Pesquisa da Adzuna, ferramenta de pesquisa de empregos com operações no Brasil, Reino Unido, Rússia, Canadá, África do Sul, Alemanha, Países Baixos, França, Polônia, Índia e Austrália, indica que 25% das vagas online para professores são para línguas estrangeiras.

Os resultados provém de uma análise de todos os 4.900 anúncios online para professores de quaisquer disciplinas.

Das línguas estrangeiras o inglês é o mais procurado pelas instituições de ensino que buscam professores, com 15% das vagas para docentes abertas online no Brasil. Esse número é quase 8 vezes maior que o número para professores de português, por exemplo, que  equivalem a 2%.

As 10 línguas mais comuns de serem aprendidas como segunda língua tem um número bastante desigual de vagas para professores. O inglês lidera o ranking com 768 cargos abertos online, seguida do espanhol com 179, francês (100), alemão (76) e italiano (62). As outras 5 línguas da lista possuem menos que 30 vagas, como japonês, chinês e árabe; russo e holandês possuem menos de 10 vagas. (Fig.1)

Em relação ao número total de vagas para professores, independentemente da matéria de ensino, cerca de 75% das vagas estão concentradas na região Sudeste. Em especial na grande São Paulo, que concentra 1.719 oportunidades abertas online, o que equivale a 35% do total de vagas do Brasil.

A segunda região com maior número de vagas é o Sul, com aproximadamente 9% das vagas. O Nordeste e Centro-Oeste tem 3,4% e 4% respectivamente, sendo o Norte a região com o menor número anúncios de vagas abertas online do país, com apenas 0,8%.

A pesquisa foi realizada com base nas vagas indexadas no buscador de vagas, não incluindo vagas públicas do governo. Também vale ressaltar que muitas das vagas no ensino privado são preenchidas por recomendação.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Resenha - Inglês para professor

Fonte: http://blogdisal.com.br/resenha-ingles-para-professor-vanessa-prata/

Após uns meses sem conseguir contribuir para o blog da Disal (tenho a desculpa de estar na fase de qualificação do mestrado rs…), estou de volta! E escolhi como tema comentar o livro Inglês para Professor, de Higor Cavalcante, pois tem um motivo especial para mim.
Conheci o Higor ainda na adolescência (só uns aninhos atrás, não é, Higor?), quando nós dois éramos alunos de uma escola de inglês. O detalhe é que não era na mesma unidade, e só nos conhecemos inicialmente como pen pals, numa época pré-email, Facebook e WhatsApp, por meio do jornalzinho que circulava entre as unidades dessa franquia. Morávamos longe um do outro também e, até então, não tínhamos amigos em comum. Ou seja, tinha tudo para não dar em nada. Mas eis que no final da adolescência éramos praticamente best friends e, ao longo de nossas carreiras, sempre fomos nos cruzando, apesar de nunca trabalharmos juntos na mesma escola ao mesmo tempo. Ainda hoje mantemos contato, embora bem menos do que gostaria. Nem conheci a filhinha dele ainda… precisamos mudar isso!
Enfim, depois de todo esse preâmbulo, vamos à pauta: seu primeiro livro, Inglês para Professor, editado pela Disal. Como o subtítulo já explica, o livro aborda vocabulário, gramática e pronúncia para professores (brasileiros) de inglês. Mas um livro de inglês para professor, como assim? O prefácio de Luiz Otávio Barros explica: há um abismo entre saber que e saber como, ou seja, muitos professores conhecem as regras, mas não sabem utilizá-las na prática. Por outro lado, há profissionais com bom domínio do idioma, mas conhecimentos limitados de suas principais regras e exceções.
Certamente todo professor, mesmo os que sabem as regras e como usá-las, aprenderão algo a partir do livro também. Só nas primeiras páginas, por exemplo, já aprendi palavras novas como mottledbumpychuffed,stifling, que podemos usar só sit an exam ou sit for an exam (Australian English), que a redução de uma palavra mais longa, como acontece com fridge (de refrigerator), chama-se clipping, e muitas outras coisas.
O livro é escrito em linguagem informal e fácil de ler, com exemplos de todos os pontos abordados e algumas seções com foco nas dúvidas mais comuns de professores brasileiros de inglês. Mas claro que o material pode ser útil para alunos de inglês também, notadamente os de nível avançado. Vem ainda com um CD, com a gravação de todas as frases de exemplo do capítulo de pronúncia, e exercícios de cada tema abordado (que eu ainda não fiz, mas farei pós-qualificação. Professor também enrola para fazer homework…).
Evidentemente, um livro que aborda três macroáreas não pode aprofundar nenhuma delas, mas isso não chega a ser um defeito. O objetivo do material é focar nas principais dificuldades de professores de inglês, e não ser uma obra de referência de vocabulário, gramática ou pronúncia. Cumpre bem essa função e complementa outros materiais que os professores precisamos conhecer, consultar sempre e, claro, aplicar em sala de aula.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

TradWiki - A Enciclopédia da Tradução

Image result for tradwikiVocê já conhece a TradWiki? É uma enciclopédia on-line e colaborativa de Tradução, escrita por tradutores e pesquisadores da área.
O site aborda temas como a profissão e o mercado de tradução, interpretação, tradução audiovisual, além de apresentar uma série de ferramentas on-line, links para dicionários e outros recursos. Confira (e colabore também)! Acesse www.tradwiki.net.br.

 

domingo, 2 de março de 2014

Desenvolvendo seus sentidos menos dominantes

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2014/03/desenvolvendo-seus-sentidos-menos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+Disal+(Disal+Blog)

Por Jack Scholes

“Quando você começa a usar os sentidos que negligenciava,
sua recompensa é ver o mundo com outros olhos.”

Barbara Sher (escritora norte-americana, palestrante e coach de desenvolvimento pessoal)


Sabemos que aprender coisas de uma forma multissensorial (usando vários sentidos juntos – e incluindo nossos sentidos olfativos e gustativos se for o caso) é especialmente poderoso. Por isso faz sentido (!) desenvolver a nossa capacidade multissensorial e garantir que todos os nossos sentidos estejam funcionando de forma otimizada. Ter essa capacidade também nos dá maior flexibilidade: nem sempre podemos escolher totalmente como recebemos as informações, por isso é muito útil poder mudar de canal de maneira fácil e eficaz.

Então, como você pode trabalhar seus sentidos menos favorecidos? É uma boa ideia se envolver em atividades que dão enfâse a esse sentido e permitem-no usá-lo. Algumas sugestões estão listadas abaixo. Elas não são de forma alguma completas, mas vão lhe dar uma noção. Tampouco são categorias rígidas: elas podem envolver predominantemente um sentido, mas quase sempre incluem outros também, embora com enfâse menor.

Visual

  • Começar a estudar fotografia, desenho, pintura...
  • Aprender a desenhar. 
  • Frequentar aulas sobre história da arte ou assuntos relacionados
  • Experimentar a observação de pássaros ou contemplar as estrelas
  • Fazer joguinhos com imagens como “Jogo dos 7 erros” ou “O que está faltando?”
  • Fazer quebra-cabeças (também cinestésico)
  • Fazer cromoterapia
  • Fazer uma reforma na casa – trocando móveis e pintando com cores diferentes
  • Assistir TV sem o som e tentar imaginar o que está sendo falado.
Auditivo

  • Aprender uma língua estrangeira
  • Aprender a tocar um instrumento musical (também cinestésico)
  • Fazer aulas de canto
  • Fazer aulas de teoria da música ou outro assunto relacionado
  • Ouvir rádio com mais frequência (especialmente se você é alguém que assiste TV regularmente)
  • Praticar repetindo em voz alta as coisas que você ouve ou contar de novo piadas e anedotas
  • Ouvir um programa de TV ou filme sem olhar a imagem e tentar imaginar o que está se passando
  • Ouvir áudiolivros (audiobooks)
  • Ir até o meio do mato e “ouvir” a natureza
Cinestésico
  • Fazer ioga, Pilates, Tai Chi (ou qualquer outro tipo de disciplina corpo/mente)
  • Fazer aulas de dança ou experimentar a dança do ventre! (também auditivo)
  • Fazer natação – ou qualquer outro esporte
  • Ter uma sessão de reflexologia... ou apenas andar descalço de vez em quando
  • Usar suas mãos – fazer cerâmica ou escultura, fazer modelos com Lego, fazer crochê, bordado ou tricô
  • Abraçar pessoas ou árvores!
  • Passar roupa
  • Enfim, fazer “qualquer coisa” física.

Lembre-se de que o modelo de preferências sensoriais é muito interessante intelectualmente, mas para que ele seja mais do que apenas um modelo intelectual, você tem de fazer algo com ele. Você precisa agir, praticar as ideias e usá-las para melhorar o modo como você aprende. Se fizer isso, pode fazer uma grande diferença não só para suas chances de sucesso em um exame, mas para toda a sua vida.

Como disse William Osler – um médico canadense que tem sido chamado de o pai da Medicina moderna: “Use seus cinco sentidos. Aprenda a ver, aprenda a ouvir, aprenda a sentir, aprenda a cheirar e saiba que, apenas pela prática, você pode tornar-se especialista.”



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Jack Scholes nasceu na Inglaterra e formou-se em alemão e russo pela Universidade de Liverpool, com pós-graduação em Educação e Ensino de Inglês como Língua Estrangeira na Universidade de Londres. Formou-se também Master Practitioner em Programação Neurolinguística com o Dr. Richard Bandler, co-criador dessa ciência. Ele tem mais de 40 anos de experiência no ensino da língua inglesa e é autor de vários livros.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O que você espera de 2014?

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2013/12/o-que-voce-espera-de-2014.html

Por Vanessa Prata*

Último post de 2013 no Blog da Disal, hora de refletirmos sobre o ano que passou e o que está por vir. Pode ser clichê, mas acho útil fazer esse balanço final e estabelecer metas de ano-novo, afinal no início de janeiro estamos sempre mais motivados para tentar mudar alguma coisa ou começar algo diferente. Só não espere o Carnaval, porque até lá a motivação muitas vezes já deu lugar aos problemas do dia a dia.
Vamos lá? O que você espera de 2014? Seja qual for sua resposta, se continuar “esperando”, nada vai acontecer, claro. De novo, é clichê, mas se você não der o primeiro passo (e o segundo e o terceiro...) nada vai mudar.
Quer aprender inglês? Comece a pesquisar escolas, professores particulares ou cursos online em janeiro já (nem vou falar para fazer isso em dezembro porque sei que todos estamos preocupados com os presentes e a ceia de Natal). Tente assistir a algumas aulas demonstrativas ou fazer testes de nível no início do ano, assim você não corre o risco de desanimar de fazer a matrícula porque “a turma já começou”, nem fica sem horários disponíveis com o professor particular que você queria porque ele “já lotou a agenda”.
Já estudou inglês, parou, voltou, parou de novo e quer voltar, mas está enferrujado, tem vergonha de falar na frente dos outros, acha que não lembra mais nada? Que tal fazer um curso intensivo em janeiro de um estágio anterior, para ganhar mais confiança e não perder tempo em mais um semestre inteiro revendo parte das coisas que você lembra mais ou menos?
É professor e está desempregado ou está insatisfeito com seu trabalho atual? Aproveite janeiro para um curso de reciclagem intensivo (presencial ou online), participe de algumas palestras ou oficinas que muitas livrarias costumam oferecer ou aproveite que está com menos aulas para estudar sozinho. Enquanto isso, visite as escolas em que quer dar aulas, deixe o currículo, peça para fazer um teste. A maioria permite que você faça um teste mesmo que não esteja procurando professor no momento. Aproveite esses testes para perceber o que você precisa melhorar no seu inglês.
Está trabalhando como professor e usa as mesmas atividades há dez anos, aquela música que foi sucesso na década de 90 com fill in the blanks, aquelas perguntas no Simple Present sobre pessoas que já morreram? Que tal aproveitar o começo do ano para dar um up no seu material didático? Os alunos agradecem.
Como diz o poema de Drummond, Receita de Ano Novo, “Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Boas Festas e até 2014! 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Autoavaliação: você já fez a sua?

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2013/06/autoavaliacao-voce-ja-fez-sua.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+Disal+(Disal+Blog)

Por Vanessa Prata

É bastante comum ouvirmos alunos reclamando que não aprendem, que estão há anos estudando inglês (entrando e saindo de várias escolas, geralmente) e nunca saem do intermediário e que “inglês é muito difícil”, ou que os professores “não ensinam direito”. Por outro lado, é também comum ouvirmos alguns professores dizendo que “os alunos não querem estudar, não adianta fazer nada diferente”, que eles ganham muito pouco e que as escolas não os valorizam.
Tudo isso pode ter um fundo de verdade, mas, muitas vezes, nenhum dos dois lados está fazendo completamente sua parte. Há alunos que realmente não se dedicam e esperam aprender “num passe de mágica” e há professores que também não fazem muito esforço para se aperfeiçoar ou para crescer na carreira. Para evitar essa “acomodação”, é importante que todos façam, com alguma regularidade (talvez uma vez por semestre ou ao menos uma vez por ano), uma autoavaliação. Não existe um modelo único de avaliação, claro, mas indico a seguir uma opção para alunos e outra para professores, com foco em inglês, mas que pode ser adaptado para qualquer idioma. Tire alguns minutinhos e reflita sobre seu comportamento e suas ações no aprendizado ou no ensino do idioma. Seja sincero, você não precisa mostrar para ninguém.
 
Se você é aluno:
1 – Você evita faltar às aulas e chega sempre no horário?
2 – Você procura usar somente inglês na sala de aula?
3 – Você faz homework e outras atividades extraclasse regularmente (laboratório de línguas, atividades extras da escola etc.)?
4 – Você assiste a filmes em inglês sem legenda ou com legenda nesse idioma? Com que frequência?
5 – Você lê livros, revistas, jornais ou notícias na internet em inglês? Com que frequência?
6 – Você ouve música em inglês procurando prestar atenção na letra, na pronúncia, em novas palavras? Com que frequência?
7 – Você tenta conversar com outras pessoas em inglês, fora da sala de aula, pessoalmente ou online?
8 – Você escreve e-mails, mensagens, diários ou redações em inglês, sem que o professor tenha que solicitar como uma tarefa? Com que frequência?
9 – Você revisa frequentemente o conteúdo visto em sala de aula?
10 – Você acessa regularmente sites de dicas de inglês, dicionários online, exercícios interativos etc.?
11 – Você procura saber mais sobre a cultura e a história dos países de língua inglesa?
12 – Você acredita que seu aprendizado depende tanto ou mais de você do que do seu professor?
 
Se você é professor:
1 – Você evita faltar às aulas e chega sempre no horário?
2 – Você procura usar somente inglês na sala de aula com seus alunos?
3 – Você solicita homework e outras atividades extraclasse regularmente? Corrige?
4 – Você prepara suas aulas? Todas? Mesmo aquela que você já deu umas 30 vezes?
5 – Você prepara atividades extras para os alunos, com músicas, filmes, textos extras? As atividades são variadas, ou é sempre “fill in the blanks”?
6 – Você lê livros, revistas, jornais ou notícias na internet em inglês? Com que frequência?
7 – Você procura saber mais sobre a cultura e a história dos países de língua inglesa?
8 – Você compartilha experiências, atividades e dúvidas com outros colegas? Com que frequência?
9 – Você faz cursos extras ou participa de palestras e workshops com frequência? Você procura se informar sobre novos materiais didáticos e novas metodologias? Como?
10 – Você mantém um blog, um diário, um journalou faz algum tipo de anotação e reflexão sobre as aulas?
11 – Você pede para assistir aulas de seus colegas ou solicita que assistam as suas?
12 – Você gosta de dar aula?
Não, eu também não respondo “sim” para todas as perguntas, mas pelo menos para a maioria e tenho consciência do que deixo de fazer e, consequentemente, do que ainda falta melhorar. E você?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Profissional brasileiro tem o sétimo pior nível de inglês do mundo

Fonte: http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2013/04/1267637-profissional-brasileiro-tem-o-setimo-pior-nivel-de-ingles-do-mundo.shtml

Os profissionais brasileiros têm o sétimo pior nível de inglês do mundo e o sexto pior da América Latina, de acordo com um índice que mede o grau de proficiência da língua dentro do mundo dos negócios. A média do país foi de 3,27 pontos --a pontuação dos países variou de 2,92 (Honduras) para 7,95 (Filipinas).
A pesquisa foi feita pela GlobalEnglish, empresa que ajuda corporações globais a melhorar o inglês de seus trabalhadores.
Além de Honduras, apenas outros cinco países se saíram pior que o Brasil: Colômbia, México, Arábia Saudita, Chile e El Salvador. Todas essas nações tiveram seu grau de proficiência em inglês classificado como "iniciante". A América Latina possui a média mais baixa: 3,38 pontos. A média mundial --4,75, de 10 pontos possíveis-- indica o nível de um funcionário capaz apenas de compreender apresentações de trabalho, desempenhando um papel mínimo na execução de tarefas complexas.
De todos os funcionários do mundo, apenas 7% têm inglês avançado. Outros 30% têm nota intermediária, 33% têm nível básico e 30% foram considerados iniciantes. O levantamento salienta a urgência de se aprimorar os conhecimentos dessa língua, já que a força de trabalho é cada vez mais global.
Se consideradas as diferentes áreas da economia, os piores falantes do idioma estão na mídia, no governo e no setor imobiliário. Profissionais liberais e trabalhadores da área de tecnologia têm o melhor desempenho. Foram avaliados 24 mil funcionários em mais de 90 países, embora apenas 77 nações tenham sido listadas no ranking.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Vida de freela

Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=72957

Pode ser útil para professores também, que precisam decidir entre dar somente aulas particulares ou assumir turmas em uma escola...


Por Cassius Medauar
 
Hoje vou falar daquele momento, quando você está ali levando sua vidinha de freela bem na boa, feliz e contente, estabilizado, e então recebe A Proposta. Sim, você é convidado a ir trabalhar em uma empresa, e fica na dúvida sobre o que fazer.
Bom, isso aconteceu comigo algumas vezes, então vou listar umas considerações que podem ajudar a tomar uma decisão.
Primeiro de tudo você precisa avaliar se quer voltar ao mercado de trabalhador empregado e, caso queira, ver se a proposta é boa o suficiente para tirar você de casa.
Compare o quanto vai ganhar com o dinheiro que entra atualmente, lembrando que você pode acabar ganhando menos como contratado, mas terá benefícios e a grana entrará todo mês.
Por outro lado, você estará “preso” o dia todo na firma e, mesmo achando que consegue ainda fazer alguns freelas para engordar o orçamento, nunca conseguirá fazer o tanto que acha que dará conta.
Pense bem em como se sente trabalhando em casa. Apesar das redes sociais ajudarem, você acha bom ou ruim trabalhar sozinho? Às vezes pode ser bacana estar rodeado de gente no trabalho, para trocar e oxigenar as ideias.
Dependendo de onde você mora, o local do trabalho também é bem importante e deve pesar na sua decisão. Em cidades como São Paulo, se o lugar for muito longe, pode ser que depois de um tempo você não aguente mais as viagens diárias ou acabe vivendo estressado, portanto, pense bem.
Tente conversar bastante com o seu possível futuro empregador para saber bem o clima da empresa e todos os detalhes de como será seu trabalho. Isso também te ajudará a escolher.
Se possível, converse com as empresas/pessoas que passam freelas para você para saber se estão gostando do seu trabalho e se você pode continuar fazendo isso sem problema. Não é legal recusar um trabalho fixo e depois não receber freelas.
Converse com pessoas que gosta e respeita. Elas ajudarão com ideias e opiniões, mas não se esqueça que, no fim, quem tem que decidir é você.
Essas considerações sempre me ajudaram na hora da decisão, quando recusei algumas propostas e quando aceitei, no meio do ano passado, voltar ao mercado e virar Gerente de Conteúdo da Editora JBC.
Não me arrependo de nenhuma das decisões que tomei, mas se isso acontecer com você, não esquente, às vezes erramos, é só sacudir a poeira e ir à luta de novo, pois a vida de freela é igual a coração de mãe, sempre cabe mais um.

 
Cassius Medauar (@cassiusmedauar) é formado em Jornalismo pela Cásper Líbero e está no mercado editorial há mais de dez anos, tendo trabalhado como editor na Conrad, Pixel e Ediouro, além de também ter passado pela editora Abril. Fanático por quadrinhos, cultura pop em geral e esportes, passou a trabalhar apenas como tradutor e jornalista freelancer há dois anos, tendo traduzido Beber, Jogar e F@#er, O vendedor de armas, Dexter: no escuro, Um otimista incorrigível (biografia de Michael Fox) e Cicatrizes (HQ), entre outros. Atualmente, é Gerente de Conteúdo da Editora JBC.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

The Skills Most Entrepreneurs Lack

Source: http://migre.me/dYZudHarvard Business Review


Entrepreneurs are a unique group of people, but they behave in patterns. In fact, as I recently wrote here on HBR, my firm's research shows that most serial entrepreneurs display persuasion, leadership, personal accountability, goal orientation, and interpersonal skills. But in that same study, we also discovered a set of skills they do not possess.
To rehash our methods, we assessed subjects identified as serial entrepreneurs on what personal skills they possessed. Then they were compared to a control group of 17,000. As before, this group was assessed on their mastery of 23 practical, job-related skills. We measured whether skills were well developed, developed, moderately developed, or needed developing.
After analyzing the data, we found four distinct skills lacking in most serial entrepreneurs, three skills statistically significantly and one other also noticeably lacking. The statistical significance is derived by comparing the lowest ranking skills to the entrepreneurs' top skills, as evaluated in the first study.
Key Traits of a Serial Entrepreneur
Empathy is one of the qualities serial entrepreneurs lack most. Entrepreneurs build things and solve problems for people, but according to this study they do this in hopes of a return on investment. Entrepreneurs may have high empathy on an intellectual level, in that they want to produce a product or service that will help someone. This is often, however, also tied to the entrepreneur receiving a return for their time and effort, which people with high empathy do not generally expect.
Entrepreneurial-minded people are not proficient in managing themselves and their time. In many jobs, managing personal day-to-day tasks might take away from accomplishing larger company goals, which are critical to entrepreneurs. Since entrepreneurs typically have many projects underway at one time, they simply do not have time to micromanage each. Often they need assistance managing everyday tasks and should hire or delegate them to someone who has mastered this skill.
This leads to another skill entrepreneurs lack: planning and organizing. Similar to self-management, if entrepreneurs spent time planning and organizing every task or meeting, they would never get anything else done. Once again, hiring someone to keep their calendar, organize meetings and events, keep the office de-cluttered, and help keep them on schedule can put them at an advantage.
Entrepreneurs also do not excel above the control group when it comes to analytical problem solving. They have high utilitarian motivators (potential future gains, monetary returns, new products or ideas), so their focus is often on making a quick decision. They have a sense of urgency in decision-making, and by nature they do not have time to collect and analyze the data. They see numbers as getting in their way, and they should - everyone who has told them an idea wouldn't pan out has used data and logic to illustrate that point. For example, Martin Luther King Jr. stated, "I have a dream." He did not say, "I have a plan and strategy." Entrepreneurs have the vision, but need to employ people to create an executable strategy and carry it through.
Entrepreneurial-minded individuals possess a distinct set of skills that lead to great leadership and ideas. Perhaps the skills they have not mastered are equally important. With an understanding of those weaknesses, they can compensate for them by surrounding themselves with people who excel in these areas. As a leader, realizing other's strengths and dovetailing them into your own weaknesses is key to developing a team that will carry out your grand vision and achieve goals.
Bill J. Bonnstetter is chairman of Target Training International, Ltd.

terça-feira, 12 de março de 2013

21 erros de comunicação que atrapalham sua carreira

Fonte: http://fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=7156&nome=21+erros+de+comunica%E7%E3o+que+atrapalham+sua+carreira

Você pode estar cometendo alguns erros de comunicação que podem estar prejudicando sua vida profissional. Não perca a chance de uma promoção ou de conseguir um emprego melhor

A comunicação é uma parte essencial do ser humano, pois permite que estabeleçamos relações, expressemos necessidades e sentimentos, além de ser crucial para a formação das sociedades. No mundo corporativo, é uma habilidade indispensável para a sua carreira. As palavras que você escolhe, os métodos que usa para se comunicar, ou mesmo o fato de você decidir interagir com outros podem influenciar a maneira como você é visto no trabalho, seja pelo seu chefe, funcionários ou clientes.

1. Não pedir ajuda quando necessário

Algumas pessoas pensam que pedir ajuda no trabalho as faz parecer fracas ou incompetentes, mas é importante saber que ninguém sabe tudo e que é normal pedir ajuda de vez em quando para um projeto ou tarefa. Portanto, não há porque se envergonhar de pedir algumas direções. Se alguma coisa que você não sabe fazer apareceu na sua mesa, peça recursos, exemplos e o que é esperado dessa tarefa. Dessa forma, todos saem ganhando, pois você terá terminado o que tinha que fazer e o resultado será satisfatório para quem pediu.

2. Evitar explicar expectativas

Não se pode simplesmente designar uma tarefa a alguém sem informar o que você espera dela e quais resultados você quer atingir. A pessoa a quem foi designada a tarefa não tem obrigação de adivinhar as consequências esperadas dela.

3. Esconder-se por trás do e-mail

Comunicações eletrônicas são uma maneira de evitar confrontações ao vivo, mas raramente são algo positivo. Quando um problema chega, de nada vai adiantar mandar um e-mail, pois é uma mensagem muito fácil de ser mal interpretada e poucas palavras podem ser ainda mais prejudiciais.

4. Não ir direto ao ponto

Quando estamos falando de comunicação corporativa, a pior maneira de informar algo é não ir direto ao ponto. Entenda que a dica não é ser sucinto demais. Você pode muito bem explicar detalhadamente o problema, tarefa ou o plano de ação sem dar voltas antes de começar a explaná-lo.

5. Não pedir por esclarecimentos

Não sabe o que deveria estar fazendo? Não pedir esclarecimentos podem fazer com que você seja mal visto, porque não realizou a tarefa da maneira certa e, com certeza, acabará pior do que se tivesse esclarecido sua dúvida. Como muitas pessoas acabam esquecendo de explicar expectativas é melhor quebrar logo essa barreira e pedir esclarecimentos do que esperar por instruções.

6. Não conhecer sua audiência

Cada área da sua empresa é uma audiência diferente. Portanto, saiba como tratar e o que exatamente falar com cada tipo de profissional. Para que a comunicação seja bem-sucedida, é essencial que você esteja a par das pessoas com quem está falando.

7. Ser ambíguo

Frases começadas com “eu acho”, “eu acredito”, “pode ser” são inúteis. Se você não sabe é melhor não se pronunciar. Pense que, nesse ambiente, só se fala quando se tem certeza. Se você quer expressar sua opinião, que se informe bem antes.

8. Ser desnecessariamente negativo

Ser negativo e crítico demais pode estressar e causar uma tempestade emocional no escritório. Lembre-se de que uma gestão alicerçada em aspectos negativos, como medo de demissão, criticidade exacerbada, negatividade, etc, só pode acabar de uma maneira negativa. Portanto, aja (e comunique-se) de uma maneira inteligente. Seja negativo quando necessário e positivo quando valer a pena sê-lo.

9. Sempre concordar com tudo

Da mesma forma que ser desnecessariamente negativo é prejudicial, concordar com tudo o que você é perguntado é ruim. Você será visto como uma pessoa sem personalidade e, possivelmente, preguiçosa.

10. Não prestar atenção na sua linguagem corporal

Às vezes, seu corpo fala mais alto do que suas palavras e, pior, muitas vezes não está nem de acordo com elas. E se você não prestar atenção, ele pode influenciar negativamente na sua carreira.
Portanto, não se esqueça: mostre uma boa postura, mantenha contato visual, sente-se corretamente, cabeça erguida, cuidado com os “tiques” e use sempre expressões faciais e gestos para convencer os outros do seu ponto de vista.

11. Esquecer-se de fornecer feedback

Comunicação é uma via de duas mãos. Se alguém devolveu algum trabalho ou projeto para você, é necessário sempre explicar quais são suas visões, opiniões e julgamentos sobre a tarefa. Dessa maneira, a pessoa vai saber o que deve mudar e o que deve continuar igual. O feedback é essencial para o crescimento profissional de qualquer um.

12. Usar jargões demasiadamente

Mesmo em um ambiente corporativo, onde jargões são comuns, exagerar neles faz com que você soe presunçoso. Ainda mais se você estiver se comunicando com pessoas que não são da sua área. Se há palavras similares, não precisa usar aquelas que só certas pessoas conhecem.

13. Não informar os outros

É lógico que você não precisa manter todos atualizados do que você está fazendo toda hora (deixe isso para o seu Facebook pessoal). Porém, é bom esclarecer ao seu chefe por que você está demorando em realizar certa tarefa, ou por que você escolheu dar prioridade àquilo, etc.

14. Usar questões em vez de afirmações

Ao menos que você esteja diretamente perguntando algo a alguém, não use perguntas para expressar afirmações. Pode soar leviano comunicar-se dessa maneira e a última coisa que você quer é parecer infantil no trabalho.

15. Minimizar seus esforços

Quando alguém elogia você, é importante que você jamais minimize seus esforços. Nunca diga: “não foi nada”, “imagine, não precisa agradecer”. Você trabalhou duro para concluir aquela tarefa? Então explique exatamente todos os passos e o que você fez. Não precisa se gabar ou fazer marketing pessoal, só mostre o que você fez e deixe que os outros tirem suas próprias conclusões.

16. Desculpar-se quando não for necessário

Agir dessa maneira, além de ser inútil, faz com que você pareça inseguro e indefeso. Se você acha que você tem que se desculpa de algo, pense duas vezes. Se realmente for necessário, faça-o; mas considere se for necessário antes.

17. Não revisar

Toda vez que você for entregar algo escrito, jamais esqueça de revisar o que você produziu. Erros gramaticais são fáceis de ser cometidos, porém extremamente prejudiciais à sua imagem.

18. Falar demais e escutar de menos

É importante ser carismático e um bom comunicador. Porém isso não significa falar demais e não escutar os outros. Lembre-se de que tão importante quanto falar é escutar.

19. Fazer diversas coisas enquanto comunicar

É rude fazer milhares de outras coisas enquanto alguém está falando com você. Parece que você considera a pessoa pouco importante e não vai conseguir prestar atenção ao que está sendo discutido.

20. Ter medo de se defender

Você não pode esperar que alguém defenda você no escritório quando algo dá errado e você está envolvido. Pelo contrário, tome as rédeas do seu emprego e nunca tenha medo de ser seu próprio advogado.

21. Usar palavras fracas

Você está tirando a credibilidade da sua linguagem quando usa palavras fracas. Ao invés de dizer que sente ou acredita em algo, diga que sabe e que tem conhecimento daquilo. Escolha seu vocabulário de uma maneira que transmita confiança aos outros no escritório.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Pesquisa sobre o Facebook


Fonte: Gauge (consultoria de inteligência digital) - Assessoria: Grupo Máquina

Pesquisa inédita aponta como os usuários brasileiros do
Facebook se comportam em relação às marcas 

- Realizado pela Gauge, consultoria de inteligência digital, estudo mostra que as mulheres dominam as interações com as empresas e publicam 40% a mais do que os homens 
- 74% dos usuários curtem apenas páginas de produtos que consomem no dia a dia 
- O público acima de 26 anos é o mais fiel e está em busca informação: 36% deles buscam páginas que tenham ligação com sua profissão ou estudo
- 36% dos jovens entre 18 e 25 anos não têm critério para curtir uma página, “vai do momento”

O que querem os usuários do Facebook? Por que algumas marcas conseguem melhores índices de engajamento do que outras? Estas, certamente, são perguntas que assombram a mente das empresas dos mais diferentes segmentos – e aguçam a curiosidade de todos. Para compreender de forma mais ampla e com critérios técnicos o comportamento do usuário e sua relação com as marcas no ambiente do Facebook, a Gauge, consultoria de inteligência digital, acaba de concluir uma pesquisa inédita no País, realizada a partir de métodos quantitativos e qualitativos, que levou aproximadamente um ano para ser realizado e abordou diferentes segmentos de consumo: cervejas, destilados, bebidas não alcoólicas, bancos e carros.
O Facebook se consolidou no País e tornou-se uma das mídias que mais trazem resultados para as marcas. No Brasil, 82 milhões de usuários estão conectados à internet, sendo que 51 milhões acessam o Facebook. As empresas, no entanto, ainda têm um longo caminho a percorrer para que a comunicação nas redes sociais se torne, de fato, eficiente”, explica Dante Calligaris, Diretor-Executivo da Gauge.
Com o objetivo de entender como as pessoas utilizam o Facebook e como elas se relacionam com as marcas, a pesquisa inédita da Gauge contou com a participação de usuários com idades e perfis diversos, além de observação de marcas de diferentes segmentos e com um grande número de fãs. Outro ponto importante da metodologia foi a utilização de softwares de mapeamentos, a partir de estudos estatísticos, que possibilitou à pesquisa fornecer um panorama fiel do comportamento do brasileiro no Facebook.
O resultado obtido a partir das metodologias e da realização do estudo formou cinco Reports – ferramentas que fornecem informações para as marcas que desejam trabalhar seus canais de forma eficiente e funcional para seus usuários. Isto é, eles fornecem os dados necessários para que uma marca atinja diretamente o seu público no Facebook. Seguem abaixo mais detalhes sobre cada um deles:

Report1 – Culturas de Utilização: definidas de acordo com padrões comportamentais, as culturas de utilização funcionam como instrumentos para entender a relação que os usuários têm com o Facebook, permitindo a adaptação da presença de uma marca de acordo com o anseio do seu público-alvo.

Report2 – Perfis de Usuários: por meio de uma metodologia tornou-se possível identificar e qualificar o comportamento dos usuários, além de analisar suas principais práticas dentro do Facebook, com a finalidade de entender quais conteúdos os usuários costumam curtir, compartilhar e também publicar em suas páginas pessoais. Com estas definições, é possível trabalhar os diferentes públicos de forma mais direcionada, em combinação com sexo e faixas etárias.

Report3 – Manual de Conteúdos: ao fazer uma análise dos conteúdos das páginas, tornou-se viável elencar todos os tipos de postagens realizadas por marcas e relacionar quais postagens são mais apropriadas para cada Perfil de usuário e Cultura de utilização, criando um Manual de Conteúdos. Portanto, com esse manual, uma marca pode selecionar seu mix de conteúdo, e entender exatamente para quem está postando, criando assim materiais eficazes para seu público e área de atuação.

Report4 – Análise de Segmentos: a partir de uma análise de segmentos são levantados findings importantes para cada área de atuação, para mostrar os aprendizados na prática. Esses findings servem para identificar como os usuários atuam no Facebook e para levantar insights valiosos para marcas que querem ter uma presença efetiva neste canal.

Report5 – Matriz de Curtidores: a Matriz de Curtidores mostra como é o processo que leva o usuário a curtir uma página e com a determinação dos tipos de curtidores, o caminho fica aberto para que uma marca possa avaliar quais os tipos que possui em sua página e, assim, entender o que fazer para tornar seus usuários mais fiéis.

Após a definição dos Reports, foram encontrados cinco principais findings“Elas estão com tudo”; “A experiência real faz a diferença”; “Órfãos digitais”; “Jovens Infiéis” e “As marcas sabem o que estão fazendo no Facebook?”.  Seguem abaixo mais detalhes de cada um deles:

“Elas estão com tudo” - As mulheres estão dominando a presença na rede social, representando 54% dos usuários, assim como lideram as interações com as marcas, já que realizam, em média, sete publicações por dia, enquanto os homens fazem apenas cinco.
E como elas utilizam o Facebook?

18 a 25 anos - Falta critério, sobra humor: 49% não têm critérios definidos ao curtir uma página no Facebook; 93% curtem páginas de humor; 61% compartilham conteúdo para se divertir e divertir amigos; apenas 30% curtem uma página para ficar informada; 25% para conhecer lançamentos; e 6% curtem páginas para participar de promoções.

26 a 35 anos - O impacto da experiência real: Os principais motivos para curtir uma página são: 65% indicação de amigos; 38% consumo da marca no dia a dia; 35% lembranças de momentos. Além disso, 33% delas buscam promoções e lançamentos e 57% querem dicas de utilização de produtos.

Mais de 35 anos - O curtir tem mais valor: 62% curtem páginas que tenham ligação com a profissão e 80% curtem apenas páginas de marcas que consomem no dia a dia. O que elas buscam são informações para definir a decisão de compra, interação e respostas da marca, e ética e responsabilidade no mundo físico e digital.

Órfãos digitais - Os usuáriosmais velhos (a partir de 26 anos) são os mais fiéis e têm relações mais duradouras com as marcas. As ações de grandes empresas dentro do Facebook, no entanto, parecem muitas vezes ignorar esse público. A grande maioria das marcas aposta no conteúdo de humor como principal forma de interação, mas esse tipo de publicação capta a atenção principalmente de pessoas com menos de 25 anos. Apenas 17% dos usuários com mais de 36 anos costumam curtir páginas de humor, 36% dos entrevistados buscam páginas que tenham a ver com sua profissão e estudo e 34% dos usuários a partir dos 26 anos acompanham as páginas para se informar. “O que este público busca é informação sobre a marca, dicas para utilização de produtos, lançamentos e novos produtos, promoções e participação em concursos e relacionamento e interação com a marca. Ou seja, são bem mais práticos”, explica Calligaris.

Jovens infiéis - Pessoas com idade entre 18 e 25 anos são menos fiéis. O mesmo jovem pode curtir duas ou mais páginas de cerveja, não por consumir, mas por status ou influência dos amigos, por exemplo. Sendo assim, 39% não têm critério para curtir uma página, vai do momento, e 26% nem sempre curtem uma página de produto que utilizam no dia a dia, mas sim pelo que a marca representa para ele.

A experiência real faz a diferença - A relação com as marcas no mundo real é critério determinante para a maneira como as pessoas se relacionam com elas dentro do Facebook: para 54% de todo o público pesquisado a imagem real da empresa é determinante para curtir uma página. Nesse público, 65% compartilham conteúdos que lembrem pessoas próximas; 40% curtem páginas de marcas que tragam lembranças sobre momentos de suas vidas; 74% curtem apenas páginas de produtos que consomem no dia a dia; 57% já postaram conteúdos sobre as marcas em seus próprios perfis; e 66% acreditam que marcas são assuntos tanto na internet quanto no dia a dia com seus amigos.

As marcas sabem o que estão fazendo no Facebook? - A maioriadas empresas presentes no Facebook se esquece de dois pontos cruciais nas redes sociais: relacionamento e conteúdo adequado ao seu público e perfil. As pessoas analisadas na pesquisa empírica afirmaram que ainda falta muito para as empresas conseguirem se relacionar com elas de forma correta: 66% buscam informação nas páginas que curtem; 87% analisam o conteúdo oferecido antes de curtir a página; 40% querem conteúdo que se associe com suas lembranças; 54% afirmam procurar páginas de marcas com as quais se identificam para curtir no Facebook; e 74% só curtem páginas de marcas que consomem no dia a dia.

Mais informações sobre a metodologia da pesquisa
A pesquisa foi feita a partir da utilização de métodos qualitativos e quantitativos em diferentes etapas:
Desk Research - Análise do que as grandes marcas estão fazendo e como se relacionam com as pessoas no Facebook. Foram escolhidos cinco setores de atuação (cervejas, destilados, não alcoólicos, bancos e carros), totalizando 21 marcas.
Etnografia Digital - Escolha e observação de um determinado número de pessoas com perfis semelhantes e que forma uma amostra do total de usuários da rede – 45 usuários observados, em sete dias de atuação.
Grupos Focais - Aplicação de entrevistas presenciais: quatro grupos com sete participantes cada.
Consumer Panel - Método de pesquisa quantitativa, realizado com a aplicação de um questionário online: 209 entrevistados.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

How to Be the Teacher Your Students Will Never Forget

Source: http://www.becomeananny.com/blog/how-to-be-the-teacher-your-students-will-never-forget/

Sent by: Rosa Wilson


A teaching career can be one of the most challenging, yet one of the most rewarding careers that a person can pursue. Most educators embark upon their careers with a determination to make a difference and to be a teacher that students remember and count as an inspiration. Chances are, you have had a teacher at some point in your academic career that truly stood out, perhaps even inspiring your own desire to become a teacher. If you’d like to make that same impression on your own students, these tips may point you in the right direction. Keeping this advice in mind while emulating some of the behavior that your own inspirational educator exhibited can help you become just as important of a figure in the lives of your students as a few great teachers once were to you.

Respect Your Students
In order to maintain control over a classroom full of kids, you’ll have to command their respect. One way to accomplish that goal is to play the role of the authoritarian teacher that refuses to accept anything less. More gentle educators know that getting students to feel genuine respect, rather than blind fear, depends upon the amount of respect they show those students.

Be Patient
Some of your students will learn differently than others, and have to go at their own pace. Others will have behavioral problems that prevent them from comporting themselves in the same manner as their peers. In every class, you will have at least one student that tries your patience, but it’s important that you do your best not to let it affect you. When your students look back at you through the lens of adulthood, they’ll be more likely to remember the wonderful teacher that was patient with them and coached them through their difficulties than the ones that couldn’t manage their needs.

Show Compassion
Your students will come from all walks of life and socioeconomic backgrounds. They’ll have different learning styles and different home lives that will affect the way they behave at school. Rather than lashing out at a student who’s clearly acting out due to anger or fear, take the time to work with them and show the compassion they need.

Teach Enthusiastically
In order to inspire enthusiasm for a given subject in your students, you’ll have to show that you’re excited about teaching the subject matter. Approaching every class as if it were the most exciting thing you’ve ever done and showing a sincere eagerness to share your knowledge and help your students learn can make a significant difference in the way they respond to you and how they remember you throughout the years.

Set High Expectations, and Help Your Students Meet Them
It is okay to set lofty goals for each and every one of your students, as long as you’re willing to put in the extra work it takes to help them meet those expectations. Work with students that need extra help, coach those that need a confidence boost and make sure that they know you’re behind them all the way. When your students look back at the time spent in your classroom, they’ll think of the sense of confidence you instilled in them and all the encouragement you gave. While the memories of apathetic or bitter teachers fade away, they’ll still remember the teacher that did everything possible to make them feel powerful and capable.

Engage Your Students
Getting kids to connect with the source material is a key to helping them retain it and to fostering an appreciation for it. Working in as many hands-on ways as possible and getting kids engaged and connected is a great way to not only help them learn, but also to help them feel secure in their environment and eager for each new day.

Get Involved
Teachers might have summer vacations and weekends off, but the truly great ones spend time outside of the classroom working with their students. Whether you’re coaching a sport, supervising an after-school activity or spending time in a tutoring program, your students need to know that you’re taking an active interest in the school. Kids can spot the teachers that are simply going through the motions until summer vacation arrives and those tend to be the educators that they don’t carry such fond memories of when their school days are over.