sábado, 23 de fevereiro de 2013

E-learning and Digital Cultures - Digital Artefact

And here we are almost at the end of the 5-week MOOC E-learning and Digital Cultures. Our final task is to prepare a digital artefact to represent at least one broad theme that was discussed throughout this period.
As a journalist and teacher, I tend to think much more about "texts" than about "images", so it was quite a challenge to avoid writing pages and pages and to summarize my ideas into a digital artefact.
Actually, I didn't prepare one, but a set of three pieces: an image and two videos.
I choose a dystopian view of the future, and decided to represent three main topics: the future of Education (through the image), the idea of transhumanism, and surveillance (through the videos).

In order to do this, I used the following websites and tools:
www.thinkstock.com (image bank)
www.musopen.org (public domain music)
www.flickr.com (to host the image)
www.youtube.com (to host the videos)
www.blogger.com (to host this post and all the elements together)
Adobe Photoshop (to treat and prepare the images)
Windows Movie Maker (to produce the videos)

Here you are the results of my work:

The future of Education?
http://www.flickr.com/photos/vanessaprata/8499967095/in/photostream

Surveillance
http://www.youtube.com/watch?v=6gw0XWAn2uU&feature=youtu.be

Transhumanist M.O.M.
http://www.youtube.com/watch?v=wV-2d1qkLps

Hope you liked!

Inglês com Filmes - Curso I

Hoje foi a 1ª edição do curso Inglês com Filmes, na versão aula particular, para no máximo 3 alunos.
Trabalhamos os seguintes filmes e vídeos:



- Finding Nemo
- Under the Tuscan Sun
- The Holiday
- The Secretary who speaks 7 languages / The Offensive Translator
- The House of Tomorrow

Ficou interessado?
A segunda edição do curso, com outros filmes, será dia 30/3, das 10 às 12h, ao lado do metrô Tatuapé. Voltado a alunos e professores de Inglês.
Valor: R$ 70 (por pessoa, para 2h de curso).
Mais informações e inscrições: vanessaprata@gmail.com

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Affective Learning

Artigo sobre Affective Learning, por Sandra Amaral Gasparetto Wiecek, coordenadora da unidade de São Bernardo do Campo do CELLEP e professora do curso
http://br.cellep.com/

Affective Learning

 
Treinamento sobre Affective Learning no CELLEP
 
Estudos (Arnold (1999), Brown (2000), Dörnyei (2001), Horwitz (1991), Young (1999), Williams and Burden (1997) entre outros) mostram que os fatores afetivos exercem um papel importante na aquisição de um idioma estrangeiro auxiliando ou dificultando a aprendizagem. O affective learning, na aprendizagem de um idioma, abarca as variáveis afetivas que podem influenciar de forma positiva ou negativa a aquisição de uma língua.

É fundamental considerar não só as questões cognitivas, mas também fatores afetivos que podem influenciar a aprendizagem (Hilgard, citado em Brown, 2000:142 e Arnold e Brown, 1999:7; Rogers, citado em Williams e Burden, 1997:35, entre outros) buscando trabalhar os fatores emocionais positivos como a autoestima e a motivação que podem facilitar a aprendizagem de um idioma (Arnold e Brown, 1999:2) e minimizar os fatores afetivos negativos como, por exemplo, a baixa autoestima e a ansiedade que podem ocorrer ao se aprender uma língua. Esses fatores negativos podem afetar de maneira significativa a qualidade do processo de aprendizagem do aluno podendo levá-lo a se desmotivar por não acreditar que esteja superando dificuldades ou progredindo ou até mesmo desistir de aprender um outro idioma.

Vários fatores podem causar dificuldade na aprendizagem de um idioma estrangeiro: por exemplo, a falta de tempo para estudar e revisar o conteúdo visto, a falta de tempo para frequentar as aulas, ausência de estratégias adequadas, medo de errar, medo da impressão que pode causar ao falar errado (e da avaliação negativa dos outros) (Horwitz, Horwitz e Cope, 1991), entre outros.
 
Ao conscientizar-se sobre o quanto a aprendizagem de um idioma pode ser influenciada por variáveis afetivas negativas como baixa autoestima, ansiedade e falta de motivação, o professor pode contribuir ainda mais para o sucesso de seus alunos utilizando regularmente e de forma planejada práticas de sala de aula e estratégias motivacionais que possam fazer com que os alunos se sintam mais confiantes para se comunicar, mais seguros e menos ansiosos para utilizar o idioma quando quiserem ou precisarem e, consequentemente, mais motivados ao perceberem que estão tendo progresso e seus objetivos estão sendo conquistados.

Qualquer atividade em que além dos objetivos linguísticos o professor também se preocupe em fazer com que o aluno se sinta acolhido, onde haja cooperação entre todos, um ambiente em que haja apoio mútuo e o aluno se sinta seguro (Canfield e Wells, 1994 citado em Arnold e Brown, 1999:12), sem receio de cometer erros e receber feedback negativo, onde seu ritmo, estilo de aprendizagem e suas necessidades são considerados, onde haja elogios e feedback motivacional (Dörnyei, 2001) (primeiramente os pontos fortes são pontuados, depois as dificuldades e também as estratégias para superar estas dificuldades), por exemplo, é uma atividade que contém em si aspectos de Affective Learning.

References

Arnold, J. (ed) (1999)  Affect in Language Learning. Cambridge: Cambridge University Press.

Arnold, J.& Brown, H.D.(1999) ‘A Map of the Terrain’ in Arnold, J.(ed) Affect in Language Learning. Cambridge: Cambridge University Press

Brown, H.D. (2000)  Principles of Language Learning and Teaching.  Fourth Edition. White Plains, New York: Longman.

Dörnyei, Z. (2001)   Motivational Strategies in the Language Classroom. Cambridge: Cambridge University Press.

Horwitz, E.K., Horwitz, M.B. and Cope, J.A. (1991) ‘Foreign Language Classroom Anxiety’ in Horwitz, K.E. and Young, D.J. (eds) Language Anxiety. From Theory and Research to Classroom Implications. New Jersey: Prentice Hall.

Williams, M. And Burden, R.L. (1997) Psychology for Language Teachers. A social constructivist approach.  Cambridge: Cambridge University Press.

 Young, D.J. (1999) Affect in Foreign Language and Second Language Learning. A Practical Guide to Creating a Low-Anxiety Classroom Atmosphere. United States: McGraw-Hill

Brincadeiras em inglês

Fonte: http://www.aupairis.com/nomes-de-brincadeiras-em-ingles

01. to play hide-and-seek – brincar de esconde esconde
02. to play tag – brincar de pega pega
03. to play cops and robbers – brincar de polícia e ladrão
04. to play dodgeball – brincar de queimada
05. to play hopscotch – brincar de amarelinha
06. to play leapfrog – brincar de pular sela
07. to play blindman’s bluff – brincar de cabra cega
08. to play freeze tag – brincar de estátua
09. to skip rope – pular corda
10. to play Double Dutch – pular corda (com duas cordas)
11. to shoot marbles – jogar bolinhas de gude
12. to spin a top – rodar pião
13. to play circle games – brincar de ciranda
14. to play house – brincar de casinha
15. to fly a kite – empinar pipa
16. to ride a luge – andar de carrinho de rolimã
17. to play Simon says – brincar de mãe da rua
18. to play telephone or Chinese whispers – brincar de telefone sem fio
19. to twirl the hula-hoop – brincar de bambolê
20. to play truth or dare – brincar de jogo da verdade
22. to play tic-tac-toe – brincar de jogo da velha
23. to play hangman – brincar de forca
24. to play Monopoly – jogar Banco Imobiliário
25. to play Clue – jogar Detetive
26. to model in playdoh – brincar com massinha de modelar
27. to play stickball – jogar taco
28. to play capture-the-flag – brincar de bandeirinha, de pica bandeira
29. to play musical chairs – brincar de dança da cadeira
30. to play cat’s cradle – brincar de cama de gato
31. to play hoop-la – jogo em que você arremessa aros, e se conseguir acertar uma garrafa, você ganha um prêmio
32. to play solitaire – jogar paciência (cartas)
33. to play blackjack – jogar vinte e um (cartas)
34. to play pillow fight – brincar de luta com travesseiros
35. to play chess – jogar xadrez
36. to play checkers – jogar damas
37. to play speed – jogar mau mau (cartas)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Top 10 de erros de marketing em redes sociais

Fonte: http://www.pontomarketing.com/midias-sociais/top-10-de-erros-de-marketing-em-redes-sociais/

Por Carla Bordin

As empresas estão investindo cada vez mais nas redes sociais, Isso porque, através delas, podem apresentar (e consolidar) sua marca com um custo quase irrelevante se comparado ao das mídias tradicionais. No entanto, é preciso estar preparado para não colocar sua imagem em jogo.

Todo mundo erra e é possível aprender com as falhas alheias, certo? Sendo assim, seguem os erros de marketing mais comuns cometidos pelas companhias na era da web 2.0.

1. Não ter estratégia definida

Não basta ter uma conta no Twitter ou uma Fanpage para conquistar clientes. Soa um tanto óbvio, não? Porém, muitas empresas ainda pensam que sua mera presença nas redes sociais será sinônimo de sucesso. Ledo engano. Se não houver um plano de marketing bem elaborado e metas a serem seguidas, sua marca será apenas “mais uma” e, sem planejamento estratégico, ainda correrá o risco de ser prejudicada.

2. Não dar atenção ao clientes

Os comentários de seus fãs e seguidores indicam a qualidade dos produtos e serviços que oferece. Desta forma, se não der ouvidos ao que sua audiência diz, estará minando suas chances de se ter êxito nas mídias sociais. A interação e a socialização são as regras de ouro deste “novo meio”.

3. Não ser realista

Não é porque no “universo online” tudo ocorre de forma rápida que os resultados para sua companhia acontecerão da mesma maneira. Portanto, não crie expectativas ilusórias. Dê tempo ao tempo.

4. Não ser consistente

Postar vinte vezes em um só dia e depois ficar mais de uma semana sem inserir uma informação é uma falha considerável. Ser consistente é fundamental para envolver e engajar fãs. Sendo assim, elabore uma frequência padrão de posts, analisando, é claro, o seu tipo de audiência.

5. Postar só sobre “si”

O conteúdo de muitas Fanpages se restringe apenas a seus produtos e serviços “maravilhosos”. Será que é isso que seu público-alvo deseja? Se alguém já curtiu sua página no Facebook e o segue no Twitter, é sinal de que já o admira. Logo, que tal compartilhar informações relevantes e engraçadas (que tenham a ver com seu nicho de mercado, mas que não sejam especificamente sobre sua empresa)?

Ah, outro ponto a ser destacado: No Twitter, não dê RT aos elogios recebidos. Apenas agradeça. Deixe o narcisismo de lado, por favor!

6. Estar em todas as plataformas só para “acompanhar a moda”

Não é preciso estar em todas as mídias sociais para conquistar e fidelizar. Talvez seu serviço não combine (ainda) com o Pinterest, por exemplo. Então, por que forçar? Foque-se nas redes mais adequadas para seu negócio, com um bom plano de marketing já estabelecido.

7. Não revisar textos

Sim, a comunicação na web 2.0 deve ser mais ágil. Entretanto, inserir textos com erros absurdos de português é uma prática quase imperdoável. Não custa nada revisar, não é mesmo? Afinal, este tipo de falha resulta em péssima publicidade.

8. “Espalhar” spam para seguidores

Lançou um produto? Está realizando uma mega promoção? Nada mais justo do que “avisar” seus seguidores. Contudo, twittar mais de cinco vezes ao dia sobre o mesmo assunto fará com que muita gente aperte o botão unfollow.

9. Perder a concorrência de vista

Além de monitorar seu próprio desempenho, é essencial acompanhar a concorrência. Logo, você se tornará apto a identificar tendências e a reconhecer “erros e acertos”.

10. Não ter personalidade

É muito importante ter carisma neste meio. Então, como dito anteriormente, utilize o bom humor e a linguagem informal nas redes sociais (de maneira comedida, é claro). Ou seja, humanize sua companhia. A presença meramente burocrática na web 2.0 não é nada atrativa. Por isso, é essencial criar uma personalidade para sua marca.