quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Higor's post at Disal's blog

Check the first text posted by my friend Higor Cavalcante at Disal's blog:
http://blogdadisal.blogspot.com/2011/09/coluna-de-higor-cavalcante.html.

It's curious that Higor and I have known each other since we were 17, and we met exactly because of English language! But no, we didn't study English in the same classroom nor worked together as teachers, I mean, we actually studied in the same school, but in different branches. How did we meet? We were pen-pals! Yes, in a time where e-mail was not that popular, we did exchange letters! Guess we're getting old...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Virada Esportiva

É neste fim de semana a 5ª edição da Virada Esportiva, com atrações para todos os gostos. Só não vale passar o sábado e o domingo assistindo à televisão! Veja a programação e mexa-se!

sábado, 10 de setembro de 2011

Artigo - Using news in the classroom

Check my article in the first online version of New Routes:

Using news in the classroom

Stimulate your students to read, write and speak through the use of authentic texts

By Vanessa Prata*

It is common to hear teachers complaining that students do not like reading and, therefore, they miss an excellent opportunity to improve their reading and writing skills, as well as raising their awareness about new vocabulary and grammar structures learned in class. However, what are you doing to stimulate your students to read more?
We have to agree that many times the texts in their coursebooks, even if authentic, are not exactly what one would like to read for pleasure, and we just read them because “they are there”. Besides, adapted texts may sound far-fetched, as they tend to focus on a specific grammar topic or some vocabulary that we would not find in real texts, for example, a reading passage full of sentences in the Present Perfect Tense.
Using news in the classroom is a way to provide authentic reading material and to help students notice collocations, chunks, new vocabulary and even grammar structures within a real context. It is also a way to stimulate debate by selecting articles that might arouse students’ interest, either because the topics are directly related to our reality or because of a global issue that is being discussed everywhere. Another point is that by using news from a variety of sources, as magazines and newspapers from different countries, the teacher can raise students’ awareness about text genres, register and style, and even about how other countries “see” Brazil.
It seems that it is more common to use “real” texts with Advanced levels, but even Basic or Intermediate students can benefit from reading authentic news reports. It is the teacher’s task to select appropriate material and to prepare adequate activities for each level, without adapting the text itself.
Here you have a few suggestions to use news in the classroom:
CLICK HERE TO CHECK.

Artigo - Por que alguns alunos não aprendem inglês?


Confira meu primeiro texto publicado no Blog da Disal.

Por que alguns alunos não aprendem inglês?
Por Vanessa Prata*

É com muito prazer que escrevo minha primeira coluna no Blog da Disal, e vamos começar com algumas opiniões polêmicas.
Por que alguns alunos não aprendem inglês (ou outro idioma), pelo menos não tão rápido como gostariam?
Em primeiro lugar, por preguiça. É isso mesmo! Muita gente tem preguiça de estudar, não abre o livro em casa, falta às aulas sem motivo com frequência, não lê livros ou revistas em inglês, não acessa sites de exercícios, não ouve o CD do material didático e quando ouve música no idioma de estudo é apenas para lazer, sem aproveitar o momento para adquirir vocabulário, treinar pronúncia ou entonação.
Sim, eu sei que ninguém tem tempo e que todo mundo tem milhões de coisas para fazer, mas aqui entramos no segundo motivo, dois em um na verdade: falta de organização e má administração do tempo. Quem me conhece sabe que faço muitas coisas ao mesmo tempo: sou jornalista e professora, faço trabalhos de revisão e tradução, mantenho meu blog pessoal, vou à academia e, às vezes, pratico corridas de rua, sempre participo de workshops, seminários e outros eventos, terminei minha pós no início deste ano e, agora, escreverei mensalmente neste blog. E ainda saio com amigos, viajo, vou ao cinema, ou seja, reservar um tempo para estudar não significa abdicar dos momentos de lazer.
Cada um precisa encontrar seu próprio método para se organizar e administrar o tempo. Para mim, o que funciona é a boa e velha agenda de papel. Anoto tudo lá, até a aula de ioga, o que provoca risos em muitos amigos. Mas se não anotasse e não considerasse essa aula como um compromisso, certamente não conseguiria mantê-la como uma rotina há três anos. Para a geração Y, o celular pode ser mais prático, mas não adianta anotar e não olhar, ou só ir à aula. Para quem ainda não desenvolveu a disciplina de estudar em casa, esse tempo também deve ser anotado como um compromisso.
Em terceiro lugar, temos alguns motivos ligados à hipótese do filtro afetivo de Krashen: (falta de) motivação, (falta de) autoconfiança e ansiedade. O aluno pode até ser dinâmico e motivado para outras coisas, ser organizado e administrar bem seu tempo, mas se ele não gosta do idioma e de tudo que se refere aos países de língua inglesa, há uma tendência a formar um "bloqueio mental" e rejeitar os novos conhecimentos. E se o aluno quer aprender inglês em um mês apenas, também vai se frustrar ao perceber que isso não é possível, que o aprendizado de uma língua, em geral, demora alguns anos.
Provavelmente quem não gosta da língua está estudando por necessidade ou obrigação, e é importante usar isso como motivação também: “Eu não gosto de inglês, mas se me dedicar, vou aprender mais rápido e terei mais chances no mercado de trabalho”, ou ainda tentar encontrar algo de que goste no idioma. Será que esse aluno que odeia inglês não gosta nem de cinema americano ou de nenhuma banda inglesa ou australiana? Músicas, filmes, internet, videogame, tudo isso pode contribuir para o estudo, de forma lúdica, dinâmica e flexível. Basta querer aprender.
Claro que muitas pessoas têm mais facilidade do que outras para o aprendizado de línguas estrangeiras, e os motivos acima não são os únicos para o sucesso ou fracasso no processo, mas certamente contribuem. Faça o teste!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Bolsa para professor assistente de Língua Portuguesa nos EUA

O programa Professor Assistente de Língua Portuguesa nos EUA (Foreign Language Teaching Assistant – FLTA) tem o objetivo de incrementar o ensino de português em universidades norte-americanas e estreitar as relações bilaterais entre o Brasil e os EUA. O programa prevê a concessão de até 30 bolsas, com duração de nove meses, no ano acadêmico norte-americano (agosto/setembro de 2012 a maio/junho de 2013).

Será dada prioridade a candidatos:

- com nenhuma ou com pouca experiência nos EUA
- professor da rede pública de ensino
- ex-bolsista do PROUNI

Requisitos para candidatura:

- possuir nacionalidade brasileira e não ter nacionalidade estadunidense
- possuir bacharelado ou licenciatura em língua portuguesa e ou língua inglesa
- ter proficiência em inglês, conforme item 6.1.3 do Edital
- estar residindo no Brasil durante o processo seletivo
- não receber bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras para o mesmo objetivo
Benefícios:

- moradia
- alimentação
- transporte local
- seguro-saúde
- passagem aérea de ida e volta

Inscrições até 30 de setembro pelo site www.fulbright.org.br/2010/content/view/107/154.