sexta-feira, 13 de setembro de 2013

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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Professor particular ou escola de idiomas?

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2013/09/professor-particular-ou-escola-de.html

Meu 24º texto para o Blog da Disal!

Por Vanessa Prata*

2 anos! Este é o 24º texto que escrevo para o Blog da Disal. Espero que estejam gostando dos temas assim como eu gosto de escrevê-los. Para marcar a data, escolhi um assunto sobre o qual alguns colegas já escreveram também, mas que ainda assim costuma causar muita dúvida entre alunos e mesmo professores. Afinal, o que é melhor: professor particular ou escola de idiomas?
Como na maioria dos meus textos anteriores (e talvez como quase tudo na vida), a resposta nunca pode ser A ou B simplesmente. É necessário avaliar as vantagens e desvantagens de cada opção e escolher a melhor para você, que pode não ser a mesma para o outro.
Atenção exclusiva
A primeira grande vantagem de um professor particular é a atenção exclusiva para você, que não será “divido” com mais 6, 8, 10 alunos numa sala. As aulas serão (ao menos deveriam ser) mais personalizadas, com foco nos seus interesses e necessidades, o que é praticamente impossível numa sala de aula com mais gente. Por outro lado, a “vantagem” de estar sozinho também pode virar uma “desvantagem”: você só vai ouvir o professor e conversar somente com ele, sem a troca de experiências com outros colegas. Muitas vezes, a dúvida de outro aluno pode ser a sua também. Além disso, numa escola, geralmente você terá aulas com diversos professores, ouvindo sotaques variados e diversas formas de ensinar.
Mais tempo para falar
A segunda vantagem de aulas particulares é que você vai falar muito mais tempo, pois não tem que “dividir” seu tempo de fala com outros alunos. E justamente pela atenção exclusiva do professor, seus erros serão mais corrigidos, quando alguns poderiam “passar batido” numa sala com mais alunos. Porém, alguns alunos podem se sentir mais intimidados tendo que falar com o professor, sabendo que serão mais corrigidos, e poderiam “se soltar” mais numa sala com mais pessoas que também têm outras dificuldades.
Flexibilidade x cancelamento
Nas aulas particulares tende a haver mais flexibilidade de horários e possibilidade de reposições em caso de cancelamentos de aula com antecedência, dependendo do tipo de contrato estabelecido com o professor. No entanto, isso também pode se tornar um problema, pois com a possibilidade de mudar horários e eventualmente repor aulas perdidas, o aluno pode acabar cancelando mais aulas do que faria numa escola regular e não manter a frequência ideal, achando que pode “repor depois”.
Motivação
Aqui é algo muito pessoal. Há alunos que se sentem mais motivados com a atenção exclusiva do professor e outros que se sentem melhor numa sala cheia de colegas, com a “energia” dos demais. Aulas em grupo tendem a ter uma dinâmica diferente das aulas particulares, com mais jogos, debates e role-plays (“teatrinhos”) que nem sempre são possíveis nas aulas particulares.
Planejamento
Numa escola regular normalmente você sabe “o que vem depois”, isto é, segue-se um sistema de níveis e determinados livros. Embora muitos professores particulares possam adotar uma única série de livros e seguir uma determinada sequência, outros preferem trabalhar com materiais variados e nem sempre essa progressão é tão clara para o aluno. Aqui também é uma questão de preferência, alguns alunos se sentem mais seguros com a sistematização das escolas, outros preferem a diversidade, e até mesmo a surpresa, das aulas preparadas com exclusividade pelo professor particular.
Preço
A principal desvantagem da aula particular, claro, é o preço. Tudo que é exclusivo é mais caro. Porém, fazer uma hora por semana particular pode custar a mesma coisa que duas horas numa escola regular e, em alguns casos, valer mais a pena pelas vantagens.
Enfim, não há uma opção melhor ou pior, mas a mais adequada para você, levando-se em consideração seus objetivos, necessidades, disponibilidade de tempo e de recursos financeiros e mesmo sua personalidade.

Curta a fanpage do blog em https://www.facebook.com/teachervanessaprata.  


sábado, 7 de setembro de 2013

Negotiation class

Suggested material to talk about Negotiation in a business upper-intermediate/advanced class.

Texts:

Video:

Suggested activities:
- Compare the tips given in each text and in the video. How are they similar or different?
- Check new vocabulary.
- Role-play a meeting in which students need to negotiate something.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Teaching and learning slang

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2013/09/teaching-and-learning-slang_805.html

TEACHING AND LEARNING SLANG

According to David Crystal, “slang is one of the most vital elements in the life-blood of language, and today the importance of slang is increasingly recognized. People have begun to appreciate its central role in everyday life.” (Foreword to – Slang - Gírias Atuais do Inglês)

Major changes in society have affected the way we use language, and slang and colloquial words and expressions are now accepted much more as part of everyday speech. Even words that were previously considered taboo are now often heard in films, TV programmes and in informal conversation.

Slang is also important because slang is power. Teaching and learning modern slang is a stimulating and enjoyable way to empower learners by enriching and expanding ways to make meaningful, fluent communication in English.

A few tips for teaching slang

• Be careful not to bombard students with too many new words at a time.

• Most learners need to come across new words several times before they become part of their active vocabulary.

• Encourage learners to find the equivalent in Portuguese and record these in a slang notebook, which they can use for revision.

• Research has shown that one of the most powerful means of acquiring vocabulary is to create connections and make new networks in the brain. This happens when students are involved in problem-solving tasks, interacting with you or others to solve puzzles, quizzes or problems of meaning.

• Students always learn best when they are enjoying what they are learning and when there is a challenge. Motivating, fun activities can be used to present new slang words and expressions, as fillers between other activities, to change or lighten the pace, at the beginning of the class as a warm-up and to create motivation, at the end to round things off nicely, to give as homework, or if you just run out of material and need something from your grab bag.

Here’s an example:

Familiar words – new meanings


The slang words and expressions on the left all come from existing, familiar words, but colloquially they also have an extra, new meaning. Match these words with the correct translation or explanation in Portuguese on the right. The first one, which is very easy, has been done for you. You’ll find all the correct answers at the very end of this post.


1
G
a piece of cake
A
improvisar
2
to have a bun in the oven
B
ter um chilique
3
out to lunch
C
reclamar
4
to go postal 
D
algo muito difícil
5
to wing it
E
estar grávida
6
a killer
F
bater papo
7
to rat on somebody
G
algo muito fácil
8
to have kittens
H
enlouquecer
9
to shoot the breeze
I
maluco
10
to beef
J
dedurar

For lots more fun activities, check out this Slang Activity Book:

 

And for books on slang with translation and explanations in Portuguese:






Jack Scholes has a first degree in German/Russian from Liverpool University, a Post-Graduate Certificate in Education and EFL from London University, and he is also a Licensed Master Practitioner of Neuro-Linguistic Programming. He has over 40 years experience in ELT and is now a freelance writer, trainer and ELT specialist.

ANSWERS

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
G
E
I
H
A
D
J
B
F
C

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Como perder o medo de falar inglês

Fonte: http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-26/como-perder-o-medo-de-falar-ingles.html

Técnicas para deixar a inibição de lado, combinadas a exercícios simples para fazer diariamente, ajudam a soltar a língua

Bianca Castanho , iG São Paulo
Qualquer pessoa é capaz de falar em inglês. Algumas têm mais desenvoltura que outras, mas com treino e persistência, tudo é possível. “Na questão comportamental, existem pessoas mais desinibidas e pessoas mais fechadas. Os mais desinibidos têm uma predisposição em falar mais rápido, mas não é nada que não possa ser adquirido. É a forma que se responde à experiência que conta”, afirma Adam Nöeckel, coaching de vida do WN Coaching.





Getty Images
Desenvoltura também pode ser aprendida: falar inglês depende do desembaraço na comunicação


Carlos Gontow, professor de inglês e autor do livro “101 Dicas Para Você Aprender Inglês com Sucesso” (Editora Disal), dá a primeira recomendação. “Antes de mais nada, é preciso aprender a rir de si mesmo. Os maiores medos vêm do medo de errar, mas isso é uma coisa que todo mundo faz. Até na nossa própria língua é comum o erro; nessa hora a gente para, volta e arruma”, conta.
É importante não ficar se culpando se algo inesperado acontecer. “Não pode ter medo de arriscar por achar que está faltando alguma coisa”, explica o professor Denilso de Lima, autor de livros como Combinando Palavras em Inglês (Editora Elsevier). “O estudante brasileiro é o mais cauteloso, porque pensa muito mais nos erros que nos acertos”.
Karina Braga, fonoaudióloga e instrutora de oratória, credita essa cobrança excessiva à infância. “Quando criança, as pessoas são acostumadas a se reconhecer na opinião dos outros. Com o receio de cometer algum erro e fazer com que pensem mal de você, as pessoas travam e não conseguem se expressar”, explica.
Para poder soltar a voz ela indica, além da prática, que o foco não esteja no mundo exterior, mas no interior. “Prestar atenção na própria respiração, na voz, na dicção, na postura, no ritmo cadenciado da fala”. Ou seja, foque no que você é capaz de controlar.
Não se prenda muito à gramática e às questões mais técnicas: fale do jeito que sabe. “Você não pode ficar se policiando. Se errar alguma palavra, continue o discurso”, indica Gontow.




Pratique com os outros: não tenha vergonha de cometer alguns deslizes



Exercícios para o dia a dia

Praticar consigo mesmo ajuda a destravar a língua “Tenho amigos que treinavam falar em voz alta na frente do espelho. Quando preciso falar para uma grande plateia, não foco na individualidade de cada um. Encaro como se fosse uma grande massa”, diz Carlos Gontow.
Praticar com os outros é o passo seguinte. “Tem que usar, falar, conversar”, incentiva Carlos. Esse é um dos fatores primordiais para quem se interessa em aprender um novo idioma de maneira independente.
Ouvir músicas e assistir filmes ou seriados em inglês, sem legendas, são boas maneiras de treinar o ouvido e a pronúncia, sentindo-se mais seguro para falar. Ao tentar entender o que está sendo dito, a pessoa é obrigada a usar todo seu repertório do idioma, estimulando a prática. Repetir em voz alta o que está sendo ouvido também é uma boa pedida. “Quando você aprende sua língua nativa, é a mesma técnica de repetição. Você cria uma regrinha, e ao repeti-la em voz alta, acaba fixando”, ensina Carlos.
Existem maneiras práticas, no próprio cotidiano, para treinar e perder o medo de falar inglês. Denilso explica que ler textos em voz alta é bom para treinar a pronúncia e o ouvido; é preciso se acostumar a ouvir a sua própria voz falando em outro idioma.
Quando for ler em voz alta, tenha um gravador por perto: ouvir a maneira que você fala é imprescindível para descobrir errinhos que, na hora de verbalizar, não escutamos.
No dia a dia, fazer exercícios mentais conta muito. Quando estiver no trânsito ou em alguma sala de espera, comece a descrever o seu dia ou os objetos do cômodo – tudo em inglês e na sua cabeça. Isso faz com que haja uma identificação da rotina com o aprendizado, aumentando a confiança no seu repertório.