sábado, 23 de fevereiro de 2013

E-learning and Digital Cultures - Digital Artefact

And here we are almost at the end of the 5-week MOOC E-learning and Digital Cultures. Our final task is to prepare a digital artefact to represent at least one broad theme that was discussed throughout this period.
As a journalist and teacher, I tend to think much more about "texts" than about "images", so it was quite a challenge to avoid writing pages and pages and to summarize my ideas into a digital artefact.
Actually, I didn't prepare one, but a set of three pieces: an image and two videos.
I choose a dystopian view of the future, and decided to represent three main topics: the future of Education (through the image), the idea of transhumanism, and surveillance (through the videos).

In order to do this, I used the following websites and tools:
www.thinkstock.com (image bank)
www.musopen.org (public domain music)
www.flickr.com (to host the image)
www.youtube.com (to host the videos)
www.blogger.com (to host this post and all the elements together)
Adobe Photoshop (to treat and prepare the images)
Windows Movie Maker (to produce the videos)

Here you are the results of my work:

The future of Education?
http://www.flickr.com/photos/vanessaprata/8499967095/in/photostream

video
Surveillance
http://www.youtube.com/watch?v=6gw0XWAn2uU&feature=youtu.be

video
Transhumanist M.O.M.
http://www.youtube.com/watch?v=wV-2d1qkLps

Hope you liked!

Inglês com Filmes - Curso I

Hoje foi a 1ª edição do curso Inglês com Filmes, na versão aula particular, para no máximo 3 alunos.
Trabalhamos os seguintes filmes e vídeos:



- Finding Nemo
- Under the Tuscan Sun
- The Holiday
- The Secretary who speaks 7 languages / The Offensive Translator
- The House of Tomorrow

Ficou interessado?
A segunda edição do curso, com outros filmes, será dia 30/3, das 10 às 12h, ao lado do metrô Tatuapé. Voltado a alunos e professores de Inglês.
Valor: R$ 70 (por pessoa, para 2h de curso).
Mais informações e inscrições: vanessaprata@gmail.com

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Affective Learning

Artigo sobre Affective Learning, por Sandra Amaral Gasparetto Wiecek, coordenadora da unidade de São Bernardo do Campo do CELLEP e professora do curso
http://br.cellep.com/

Affective Learning

 
Treinamento sobre Affective Learning no CELLEP
 
Estudos (Arnold (1999), Brown (2000), Dörnyei (2001), Horwitz (1991), Young (1999), Williams and Burden (1997) entre outros) mostram que os fatores afetivos exercem um papel importante na aquisição de um idioma estrangeiro auxiliando ou dificultando a aprendizagem. O affective learning, na aprendizagem de um idioma, abarca as variáveis afetivas que podem influenciar de forma positiva ou negativa a aquisição de uma língua.

É fundamental considerar não só as questões cognitivas, mas também fatores afetivos que podem influenciar a aprendizagem (Hilgard, citado em Brown, 2000:142 e Arnold e Brown, 1999:7; Rogers, citado em Williams e Burden, 1997:35, entre outros) buscando trabalhar os fatores emocionais positivos como a autoestima e a motivação que podem facilitar a aprendizagem de um idioma (Arnold e Brown, 1999:2) e minimizar os fatores afetivos negativos como, por exemplo, a baixa autoestima e a ansiedade que podem ocorrer ao se aprender uma língua. Esses fatores negativos podem afetar de maneira significativa a qualidade do processo de aprendizagem do aluno podendo levá-lo a se desmotivar por não acreditar que esteja superando dificuldades ou progredindo ou até mesmo desistir de aprender um outro idioma.

Vários fatores podem causar dificuldade na aprendizagem de um idioma estrangeiro: por exemplo, a falta de tempo para estudar e revisar o conteúdo visto, a falta de tempo para frequentar as aulas, ausência de estratégias adequadas, medo de errar, medo da impressão que pode causar ao falar errado (e da avaliação negativa dos outros) (Horwitz, Horwitz e Cope, 1991), entre outros.
 
Ao conscientizar-se sobre o quanto a aprendizagem de um idioma pode ser influenciada por variáveis afetivas negativas como baixa autoestima, ansiedade e falta de motivação, o professor pode contribuir ainda mais para o sucesso de seus alunos utilizando regularmente e de forma planejada práticas de sala de aula e estratégias motivacionais que possam fazer com que os alunos se sintam mais confiantes para se comunicar, mais seguros e menos ansiosos para utilizar o idioma quando quiserem ou precisarem e, consequentemente, mais motivados ao perceberem que estão tendo progresso e seus objetivos estão sendo conquistados.

Qualquer atividade em que além dos objetivos linguísticos o professor também se preocupe em fazer com que o aluno se sinta acolhido, onde haja cooperação entre todos, um ambiente em que haja apoio mútuo e o aluno se sinta seguro (Canfield e Wells, 1994 citado em Arnold e Brown, 1999:12), sem receio de cometer erros e receber feedback negativo, onde seu ritmo, estilo de aprendizagem e suas necessidades são considerados, onde haja elogios e feedback motivacional (Dörnyei, 2001) (primeiramente os pontos fortes são pontuados, depois as dificuldades e também as estratégias para superar estas dificuldades), por exemplo, é uma atividade que contém em si aspectos de Affective Learning.

References

Arnold, J. (ed) (1999)  Affect in Language Learning. Cambridge: Cambridge University Press.

Arnold, J.& Brown, H.D.(1999) ‘A Map of the Terrain’ in Arnold, J.(ed) Affect in Language Learning. Cambridge: Cambridge University Press

Brown, H.D. (2000)  Principles of Language Learning and Teaching.  Fourth Edition. White Plains, New York: Longman.

Dörnyei, Z. (2001)   Motivational Strategies in the Language Classroom. Cambridge: Cambridge University Press.

Horwitz, E.K., Horwitz, M.B. and Cope, J.A. (1991) ‘Foreign Language Classroom Anxiety’ in Horwitz, K.E. and Young, D.J. (eds) Language Anxiety. From Theory and Research to Classroom Implications. New Jersey: Prentice Hall.

Williams, M. And Burden, R.L. (1997) Psychology for Language Teachers. A social constructivist approach.  Cambridge: Cambridge University Press.

 Young, D.J. (1999) Affect in Foreign Language and Second Language Learning. A Practical Guide to Creating a Low-Anxiety Classroom Atmosphere. United States: McGraw-Hill

Brincadeiras em inglês

Fonte: http://www.aupairis.com/nomes-de-brincadeiras-em-ingles

01. to play hide-and-seek – brincar de esconde esconde
02. to play tag – brincar de pega pega
03. to play cops and robbers – brincar de polícia e ladrão
04. to play dodgeball – brincar de queimada
05. to play hopscotch – brincar de amarelinha
06. to play leapfrog – brincar de pular sela
07. to play blindman’s bluff – brincar de cabra cega
08. to play freeze tag – brincar de estátua
09. to skip rope – pular corda
10. to play Double Dutch – pular corda (com duas cordas)
11. to shoot marbles – jogar bolinhas de gude
12. to spin a top – rodar pião
13. to play circle games – brincar de ciranda
14. to play house – brincar de casinha
15. to fly a kite – empinar pipa
16. to ride a luge – andar de carrinho de rolimã
17. to play Simon says – brincar de mãe da rua
18. to play telephone or Chinese whispers – brincar de telefone sem fio
19. to twirl the hula-hoop – brincar de bambolê
20. to play truth or dare – brincar de jogo da verdade
22. to play tic-tac-toe – brincar de jogo da velha
23. to play hangman – brincar de forca
24. to play Monopoly – jogar Banco Imobiliário
25. to play Clue – jogar Detetive
26. to model in playdoh – brincar com massinha de modelar
27. to play stickball – jogar taco
28. to play capture-the-flag – brincar de bandeirinha, de pica bandeira
29. to play musical chairs – brincar de dança da cadeira
30. to play cat’s cradle – brincar de cama de gato
31. to play hoop-la – jogo em que você arremessa aros, e se conseguir acertar uma garrafa, você ganha um prêmio
32. to play solitaire – jogar paciência (cartas)
33. to play blackjack – jogar vinte e um (cartas)
34. to play pillow fight – brincar de luta com travesseiros
35. to play chess – jogar xadrez
36. to play checkers – jogar damas
37. to play speed – jogar mau mau (cartas)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Top 10 de erros de marketing em redes sociais

Fonte: http://www.pontomarketing.com/midias-sociais/top-10-de-erros-de-marketing-em-redes-sociais/

Por Carla Bordin

As empresas estão investindo cada vez mais nas redes sociais, Isso porque, através delas, podem apresentar (e consolidar) sua marca com um custo quase irrelevante se comparado ao das mídias tradicionais. No entanto, é preciso estar preparado para não colocar sua imagem em jogo.

Todo mundo erra e é possível aprender com as falhas alheias, certo? Sendo assim, seguem os erros de marketing mais comuns cometidos pelas companhias na era da web 2.0.

1. Não ter estratégia definida

Não basta ter uma conta no Twitter ou uma Fanpage para conquistar clientes. Soa um tanto óbvio, não? Porém, muitas empresas ainda pensam que sua mera presença nas redes sociais será sinônimo de sucesso. Ledo engano. Se não houver um plano de marketing bem elaborado e metas a serem seguidas, sua marca será apenas “mais uma” e, sem planejamento estratégico, ainda correrá o risco de ser prejudicada.

2. Não dar atenção ao clientes

Os comentários de seus fãs e seguidores indicam a qualidade dos produtos e serviços que oferece. Desta forma, se não der ouvidos ao que sua audiência diz, estará minando suas chances de se ter êxito nas mídias sociais. A interação e a socialização são as regras de ouro deste “novo meio”.

3. Não ser realista

Não é porque no “universo online” tudo ocorre de forma rápida que os resultados para sua companhia acontecerão da mesma maneira. Portanto, não crie expectativas ilusórias. Dê tempo ao tempo.

4. Não ser consistente

Postar vinte vezes em um só dia e depois ficar mais de uma semana sem inserir uma informação é uma falha considerável. Ser consistente é fundamental para envolver e engajar fãs. Sendo assim, elabore uma frequência padrão de posts, analisando, é claro, o seu tipo de audiência.

5. Postar só sobre “si”

O conteúdo de muitas Fanpages se restringe apenas a seus produtos e serviços “maravilhosos”. Será que é isso que seu público-alvo deseja? Se alguém já curtiu sua página no Facebook e o segue no Twitter, é sinal de que já o admira. Logo, que tal compartilhar informações relevantes e engraçadas (que tenham a ver com seu nicho de mercado, mas que não sejam especificamente sobre sua empresa)?

Ah, outro ponto a ser destacado: No Twitter, não dê RT aos elogios recebidos. Apenas agradeça. Deixe o narcisismo de lado, por favor!

6. Estar em todas as plataformas só para “acompanhar a moda”

Não é preciso estar em todas as mídias sociais para conquistar e fidelizar. Talvez seu serviço não combine (ainda) com o Pinterest, por exemplo. Então, por que forçar? Foque-se nas redes mais adequadas para seu negócio, com um bom plano de marketing já estabelecido.

7. Não revisar textos

Sim, a comunicação na web 2.0 deve ser mais ágil. Entretanto, inserir textos com erros absurdos de português é uma prática quase imperdoável. Não custa nada revisar, não é mesmo? Afinal, este tipo de falha resulta em péssima publicidade.

8. “Espalhar” spam para seguidores

Lançou um produto? Está realizando uma mega promoção? Nada mais justo do que “avisar” seus seguidores. Contudo, twittar mais de cinco vezes ao dia sobre o mesmo assunto fará com que muita gente aperte o botão unfollow.

9. Perder a concorrência de vista

Além de monitorar seu próprio desempenho, é essencial acompanhar a concorrência. Logo, você se tornará apto a identificar tendências e a reconhecer “erros e acertos”.

10. Não ter personalidade

É muito importante ter carisma neste meio. Então, como dito anteriormente, utilize o bom humor e a linguagem informal nas redes sociais (de maneira comedida, é claro). Ou seja, humanize sua companhia. A presença meramente burocrática na web 2.0 não é nada atrativa. Por isso, é essencial criar uma personalidade para sua marca.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Pesquisa sobre o Facebook


Fonte: Gauge (consultoria de inteligência digital) - Assessoria: Grupo Máquina

Pesquisa inédita aponta como os usuários brasileiros do
Facebook se comportam em relação às marcas 

- Realizado pela Gauge, consultoria de inteligência digital, estudo mostra que as mulheres dominam as interações com as empresas e publicam 40% a mais do que os homens 
- 74% dos usuários curtem apenas páginas de produtos que consomem no dia a dia 
- O público acima de 26 anos é o mais fiel e está em busca informação: 36% deles buscam páginas que tenham ligação com sua profissão ou estudo
- 36% dos jovens entre 18 e 25 anos não têm critério para curtir uma página, “vai do momento”

O que querem os usuários do Facebook? Por que algumas marcas conseguem melhores índices de engajamento do que outras? Estas, certamente, são perguntas que assombram a mente das empresas dos mais diferentes segmentos – e aguçam a curiosidade de todos. Para compreender de forma mais ampla e com critérios técnicos o comportamento do usuário e sua relação com as marcas no ambiente do Facebook, a Gauge, consultoria de inteligência digital, acaba de concluir uma pesquisa inédita no País, realizada a partir de métodos quantitativos e qualitativos, que levou aproximadamente um ano para ser realizado e abordou diferentes segmentos de consumo: cervejas, destilados, bebidas não alcoólicas, bancos e carros.
O Facebook se consolidou no País e tornou-se uma das mídias que mais trazem resultados para as marcas. No Brasil, 82 milhões de usuários estão conectados à internet, sendo que 51 milhões acessam o Facebook. As empresas, no entanto, ainda têm um longo caminho a percorrer para que a comunicação nas redes sociais se torne, de fato, eficiente”, explica Dante Calligaris, Diretor-Executivo da Gauge.
Com o objetivo de entender como as pessoas utilizam o Facebook e como elas se relacionam com as marcas, a pesquisa inédita da Gauge contou com a participação de usuários com idades e perfis diversos, além de observação de marcas de diferentes segmentos e com um grande número de fãs. Outro ponto importante da metodologia foi a utilização de softwares de mapeamentos, a partir de estudos estatísticos, que possibilitou à pesquisa fornecer um panorama fiel do comportamento do brasileiro no Facebook.
O resultado obtido a partir das metodologias e da realização do estudo formou cinco Reports – ferramentas que fornecem informações para as marcas que desejam trabalhar seus canais de forma eficiente e funcional para seus usuários. Isto é, eles fornecem os dados necessários para que uma marca atinja diretamente o seu público no Facebook. Seguem abaixo mais detalhes sobre cada um deles:

Report1 – Culturas de Utilização: definidas de acordo com padrões comportamentais, as culturas de utilização funcionam como instrumentos para entender a relação que os usuários têm com o Facebook, permitindo a adaptação da presença de uma marca de acordo com o anseio do seu público-alvo.

Report2 – Perfis de Usuários: por meio de uma metodologia tornou-se possível identificar e qualificar o comportamento dos usuários, além de analisar suas principais práticas dentro do Facebook, com a finalidade de entender quais conteúdos os usuários costumam curtir, compartilhar e também publicar em suas páginas pessoais. Com estas definições, é possível trabalhar os diferentes públicos de forma mais direcionada, em combinação com sexo e faixas etárias.

Report3 – Manual de Conteúdos: ao fazer uma análise dos conteúdos das páginas, tornou-se viável elencar todos os tipos de postagens realizadas por marcas e relacionar quais postagens são mais apropriadas para cada Perfil de usuário e Cultura de utilização, criando um Manual de Conteúdos. Portanto, com esse manual, uma marca pode selecionar seu mix de conteúdo, e entender exatamente para quem está postando, criando assim materiais eficazes para seu público e área de atuação.

Report4 – Análise de Segmentos: a partir de uma análise de segmentos são levantados findings importantes para cada área de atuação, para mostrar os aprendizados na prática. Esses findings servem para identificar como os usuários atuam no Facebook e para levantar insights valiosos para marcas que querem ter uma presença efetiva neste canal.

Report5 – Matriz de Curtidores: a Matriz de Curtidores mostra como é o processo que leva o usuário a curtir uma página e com a determinação dos tipos de curtidores, o caminho fica aberto para que uma marca possa avaliar quais os tipos que possui em sua página e, assim, entender o que fazer para tornar seus usuários mais fiéis.

Após a definição dos Reports, foram encontrados cinco principais findings“Elas estão com tudo”; “A experiência real faz a diferença”; “Órfãos digitais”; “Jovens Infiéis” e “As marcas sabem o que estão fazendo no Facebook?”.  Seguem abaixo mais detalhes de cada um deles:

“Elas estão com tudo” - As mulheres estão dominando a presença na rede social, representando 54% dos usuários, assim como lideram as interações com as marcas, já que realizam, em média, sete publicações por dia, enquanto os homens fazem apenas cinco.
E como elas utilizam o Facebook?

18 a 25 anos - Falta critério, sobra humor: 49% não têm critérios definidos ao curtir uma página no Facebook; 93% curtem páginas de humor; 61% compartilham conteúdo para se divertir e divertir amigos; apenas 30% curtem uma página para ficar informada; 25% para conhecer lançamentos; e 6% curtem páginas para participar de promoções.

26 a 35 anos - O impacto da experiência real: Os principais motivos para curtir uma página são: 65% indicação de amigos; 38% consumo da marca no dia a dia; 35% lembranças de momentos. Além disso, 33% delas buscam promoções e lançamentos e 57% querem dicas de utilização de produtos.

Mais de 35 anos - O curtir tem mais valor: 62% curtem páginas que tenham ligação com a profissão e 80% curtem apenas páginas de marcas que consomem no dia a dia. O que elas buscam são informações para definir a decisão de compra, interação e respostas da marca, e ética e responsabilidade no mundo físico e digital.

Órfãos digitais - Os usuáriosmais velhos (a partir de 26 anos) são os mais fiéis e têm relações mais duradouras com as marcas. As ações de grandes empresas dentro do Facebook, no entanto, parecem muitas vezes ignorar esse público. A grande maioria das marcas aposta no conteúdo de humor como principal forma de interação, mas esse tipo de publicação capta a atenção principalmente de pessoas com menos de 25 anos. Apenas 17% dos usuários com mais de 36 anos costumam curtir páginas de humor, 36% dos entrevistados buscam páginas que tenham a ver com sua profissão e estudo e 34% dos usuários a partir dos 26 anos acompanham as páginas para se informar. “O que este público busca é informação sobre a marca, dicas para utilização de produtos, lançamentos e novos produtos, promoções e participação em concursos e relacionamento e interação com a marca. Ou seja, são bem mais práticos”, explica Calligaris.

Jovens infiéis - Pessoas com idade entre 18 e 25 anos são menos fiéis. O mesmo jovem pode curtir duas ou mais páginas de cerveja, não por consumir, mas por status ou influência dos amigos, por exemplo. Sendo assim, 39% não têm critério para curtir uma página, vai do momento, e 26% nem sempre curtem uma página de produto que utilizam no dia a dia, mas sim pelo que a marca representa para ele.

A experiência real faz a diferença - A relação com as marcas no mundo real é critério determinante para a maneira como as pessoas se relacionam com elas dentro do Facebook: para 54% de todo o público pesquisado a imagem real da empresa é determinante para curtir uma página. Nesse público, 65% compartilham conteúdos que lembrem pessoas próximas; 40% curtem páginas de marcas que tragam lembranças sobre momentos de suas vidas; 74% curtem apenas páginas de produtos que consomem no dia a dia; 57% já postaram conteúdos sobre as marcas em seus próprios perfis; e 66% acreditam que marcas são assuntos tanto na internet quanto no dia a dia com seus amigos.

As marcas sabem o que estão fazendo no Facebook? - A maioriadas empresas presentes no Facebook se esquece de dois pontos cruciais nas redes sociais: relacionamento e conteúdo adequado ao seu público e perfil. As pessoas analisadas na pesquisa empírica afirmaram que ainda falta muito para as empresas conseguirem se relacionar com elas de forma correta: 66% buscam informação nas páginas que curtem; 87% analisam o conteúdo oferecido antes de curtir a página; 40% querem conteúdo que se associe com suas lembranças; 54% afirmam procurar páginas de marcas com as quais se identificam para curtir no Facebook; e 74% só curtem páginas de marcas que consomem no dia a dia.

Mais informações sobre a metodologia da pesquisa
A pesquisa foi feita a partir da utilização de métodos qualitativos e quantitativos em diferentes etapas:
Desk Research - Análise do que as grandes marcas estão fazendo e como se relacionam com as pessoas no Facebook. Foram escolhidos cinco setores de atuação (cervejas, destilados, não alcoólicos, bancos e carros), totalizando 21 marcas.
Etnografia Digital - Escolha e observação de um determinado número de pessoas com perfis semelhantes e que forma uma amostra do total de usuários da rede – 45 usuários observados, em sete dias de atuação.
Grupos Focais - Aplicação de entrevistas presenciais: quatro grupos com sete participantes cada.
Consumer Panel - Método de pesquisa quantitativa, realizado com a aplicação de um questionário online: 209 entrevistados.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Blog da Disal - E-learning e culturas digitais

Fonte: http://blogdadisal.blogspot.com.br/2013/02/e-learning-e-culturas-digitais.html

Darei prosseguimento ao tema que abordei no texto anterior sobre cursos online, e agora com mais conhecimento de causa, pois estou fazendo um desses cursos gratuitos com duração de cinco semanas da University of Edinburgh sobre E-learning e culturas digitais.

O curioso é que é um MOOC – Massive Open Online Course, com milhares de alunos inscritos, literalmente. Quando você é apenas mais um entre milhares de estudantes e, evidentemente, nenhum tutor online ficará a sua disposição o tempo todo, as características que mencionei no texto anterior se tornam ainda mais necessárias: é preciso muita disciplina, organização do tempo e automotivação para ler os textos indicados, ver os trechos de filmes sugeridos, participar dos fóruns de discussão ou ao menos postar algo no Twitter, Facebook, blogs etc. e não parar no meio do curso, já que não haverá ninguém “cobrando” e muitas atividades nem mesmo “valem nota”.

Confesso que não ando escrevendo muito sobre os temas e nem dou conta de ler tudo o que os colegas postam diariamente, é claro, seria quase impossível acompanhar tudo, ainda mais considerando que o curso oferece inúmeros canais nas redes sociais. Aqui entra outra característica essencial, não apenas para acompanhar um curso online, mas para estar preparado para lidar com a quantidade de informação cada vez maior que recebemos diariamente: ter discernimento para saber separar o que é essencial daquilo que é descartável ou que, ao menos, pode ficar para depois.

A sensação que eu e muitos outros alunos tivemos na primeira semana do curso era de “overwhelming”, de que seria impossível dar conta de tudo, mas a partir da segunda semana ficou claro, ao menos para mim, que não é esperado que se acompanhe absolutamente tudo, mas sim que cada aluno absorva o que for relevante para ele ou ela.

Assim é também com nossos alunos, mesmo num ambiente “físico”. Sabemos que dificilmente eles absorverão tudo o que tentamos passar, mas é importante orientá-los para que saibam distinguir o que é essencial para eles no momento e como manter a motivação, a disciplina e a organização do tempo para estudar fora da sala de aula, já que todos sabemos que com 1 ou 2 horas de aula por semana, os progressos serão inevitavelmente lentos.

Entre os temas abordados pelo curso até agora está a discussão sobre nativos digitais e imigrantes digitais, que acredito que muitos já tenham lido a respeito. Como motivar os alunos dessas novas gerações, que já nascem rodeados de gadgets digitais? Uma aula “tradicional” ainda consegue atrair a atenção deles?

Por outro lado, discutiu-se também a necessidade humana de “contato”, o que explicaria uma maior taxa de desistência nos cursos meramente online, mesmo os que utilizam inúmeros recursos tecnológicos, como vídeos, áudio e outras ferramentas. Ou seja, conhecer tecnologia e saber aplicá-la em aula é essencial para o professor hoje em dia, mas não é tudo, o “rapport” com os alunos ainda tem papel decisivo também.

Para saber mais: Daniel, J. (2002). Technology is the Answer: What was the Question? http://portal.unesco.org/education/en/ev.php-URL_ID=5909&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html


Monke, L (2004) The Human Touch, EducationNext - http://educationnext.org/thehumantouch

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

How to Be the Teacher Your Students Will Never Forget

Source: http://www.becomeananny.com/blog/how-to-be-the-teacher-your-students-will-never-forget/

Sent by: Rosa Wilson


A teaching career can be one of the most challenging, yet one of the most rewarding careers that a person can pursue. Most educators embark upon their careers with a determination to make a difference and to be a teacher that students remember and count as an inspiration. Chances are, you have had a teacher at some point in your academic career that truly stood out, perhaps even inspiring your own desire to become a teacher. If you’d like to make that same impression on your own students, these tips may point you in the right direction. Keeping this advice in mind while emulating some of the behavior that your own inspirational educator exhibited can help you become just as important of a figure in the lives of your students as a few great teachers once were to you.

Respect Your Students
In order to maintain control over a classroom full of kids, you’ll have to command their respect. One way to accomplish that goal is to play the role of the authoritarian teacher that refuses to accept anything less. More gentle educators know that getting students to feel genuine respect, rather than blind fear, depends upon the amount of respect they show those students.

Be Patient
Some of your students will learn differently than others, and have to go at their own pace. Others will have behavioral problems that prevent them from comporting themselves in the same manner as their peers. In every class, you will have at least one student that tries your patience, but it’s important that you do your best not to let it affect you. When your students look back at you through the lens of adulthood, they’ll be more likely to remember the wonderful teacher that was patient with them and coached them through their difficulties than the ones that couldn’t manage their needs.

Show Compassion
Your students will come from all walks of life and socioeconomic backgrounds. They’ll have different learning styles and different home lives that will affect the way they behave at school. Rather than lashing out at a student who’s clearly acting out due to anger or fear, take the time to work with them and show the compassion they need.

Teach Enthusiastically
In order to inspire enthusiasm for a given subject in your students, you’ll have to show that you’re excited about teaching the subject matter. Approaching every class as if it were the most exciting thing you’ve ever done and showing a sincere eagerness to share your knowledge and help your students learn can make a significant difference in the way they respond to you and how they remember you throughout the years.

Set High Expectations, and Help Your Students Meet Them
It is okay to set lofty goals for each and every one of your students, as long as you’re willing to put in the extra work it takes to help them meet those expectations. Work with students that need extra help, coach those that need a confidence boost and make sure that they know you’re behind them all the way. When your students look back at the time spent in your classroom, they’ll think of the sense of confidence you instilled in them and all the encouragement you gave. While the memories of apathetic or bitter teachers fade away, they’ll still remember the teacher that did everything possible to make them feel powerful and capable.

Engage Your Students
Getting kids to connect with the source material is a key to helping them retain it and to fostering an appreciation for it. Working in as many hands-on ways as possible and getting kids engaged and connected is a great way to not only help them learn, but also to help them feel secure in their environment and eager for each new day.

Get Involved
Teachers might have summer vacations and weekends off, but the truly great ones spend time outside of the classroom working with their students. Whether you’re coaching a sport, supervising an after-school activity or spending time in a tutoring program, your students need to know that you’re taking an active interest in the school. Kids can spot the teachers that are simply going through the motions until summer vacation arrives and those tend to be the educators that they don’t carry such fond memories of when their school days are over.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

E-learning - Week 2

Johnston, R (2009) Salvation or destruction: metaphors of the internet. First Monday, 14(4).http://firstmonday.org/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/article/view/2370/2158

The first text this week discusses if the internet is salvation or destruction, and analyzes some metaphors to describe it. Here is a mind map with my own ideas, and some from the resources of the course.




domingo, 3 de fevereiro de 2013

E-learning - end of Week 1

Here are some things my colleagues posted about the first week of E-learning and digital cultures. Unfortunately there are too many things to get updated and even to select, so this is just a random selection.

Comic strips posted by Val - https://lessonselearned.wordpress.com/2013/02/03/calvin-and-hobbes-on-education-and-technology-edcmoocs/comment-page-1/#comment-4







A summary of all the films mentioned so far about utopian/dystopian by Michele Schwertner

 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

E-learning and digital cultures - Week1

Getting to the end of week 1 of my first online course - E-learning and Digital Cultures, from The University of Edinburgh, and the general feeling is that it's a very interesting course, although I did feel overwhelmed (so did many other colleagues, it seems).

The main difficulty is not actually reading the texts, even though there were five, or watching the short films, but trying to get update with most of the discussions going on in the forums, the posts in Twitter and blogs, plus all the other suggestions for extra reading, other videos and so on that everyone keeps on posting. Obviously it's impossible to follow everything, but sometimes we (at least I did) have the impression that we are missing something.

Besides, this first week was the hardest, I hope, because I was getting used to the online format of the course, to the website itself and trying to take a look at all digital tools suggested for the final assignment, about which I haven't even started thinking yet.

Well, with so much going on, I though it was hard to reflect deeply and write about each text we read, and even harder to create something digital, as I'm much more of writing than working with images. So, I decided to use one of the suggested tools (www.wordle.net), which I found the easiest one, and just create "word clouds" for each of the texts, and a general one, including all the of them. I believe by looking at these images we can recall the most important points of each text and, mainly, reflect about what they have in common and how they differ.

Text 1 - Chandler, D. (2002). Technological determinism. Web essay, Media and Communications Studies, University of Aberystwyth.
  Wordle: E-learning-text1

Text 2 - Dahlberg, L (2004). Internet Research Tracings: Towards Non-Reductionist Methodology. Journal of Computer Mediated Communication, 9/3
Wordle: E-learning-text2

Text 3 - Daniel, J. (2002). Technology is the Answer: What was the Question? Speech from Higher Education in the Middle East and North Africa, Paris, Institut du Monde Arabe, 27-29 May 2002.
Wordle: E-learning-text3

Text 4 - Noble. D. (1998). Digital Diploma Mills: The Automation of Higher Education. First Monday 3/1.
Wordle: E-learning-text4

Text 5 - Prensky, M. (2001). Digital Natives, Digital Immigrants. On the Horizon, 9/5.
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